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日志


6月5日

Gerente ou líder? Quem é você?

Considerado um dos principais publicitários do Brasil, Roberto Justus é presidente do Grupo Newcomm, apresentador das edições brasileiras do programa O Aprendiz, exibido pela Rede Record, e ficou famoso por demitir pessoas em rede nacional.
Depois do sucesso de Construindo Uma Vida, ele lançou seu segundo livro, O Empreendedor, em que mostra como se constrói um líder de sucesso. Para Justus, a paixão por aquilo que fazemos é a mola que nos impulsiona para a concretização dos nossos ideais. Além dessa paixão e do conhecimento profundo do mundo corporativo, a ética, liderança, comprometimento, assim como determinação, ousadia, competitividade, dinamismo, senso de organização, caráter e determinação são qualidades de todo grande líder empresarial.
Sempre que busca um sócio, Roberto procura tanto uma pessoa com capacidade gerencial quanto um líder especializado na expansão dos negócios. Isso porque, para ele, os dois perfis são bem distintos, mas fundamentais em qualquer organização.
Gerentes costumam ser movidos pela necessidade, não pela vontade. Tendem a se destacar ao abrandar conflitos entre profissionais e departamentos, garantindo que nada comprometa as atividades da empresa. O líder se sobressai por sua habilidade em tomar atitudes decisivas em relação aos objetivos e oportunidades e ao inspirar com facilidade seus colaboradores.
Funções gerenciais como lidar com a complexidade dos negócios, planejar e definir orçamentos, organizar e comandar pessoas, controlar e resolver problemas são extremamente necessárias. No entanto, não podem ser confundidas com as funções específicas de liderança como conviver constantemente com a mudança, definir as direções a seguir, orientar pessoas, motivar e inspirar.
Em resumo, o trabalho gerencial é garantir o bom funcionamento de qualquer empresa. Já o da liderança se refere mais propriamente à articulação, inspiração e atenção às possibilidades reais de crescimento e mudança.
Marcelo Dorilêo, o fato é que, seja você gerente ou líder, é preciso ousar e melhorar continuamente, enxergar não apenas longe, mas alto, pois não existem limites para o crescimento de uma organização. A jornada pode ser árdua, porém os resultados para quem se arrisca são sempre muito gratificantes, tanto em termos pessoais quanto profissionais.
Um grande abraço,

Cleverson Uliana
Redator-chefe da revista Liderança



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6月3日

Telemarketing – 6 coisas que devem ser evitadas

1. “Pense com calma, ligo para você depois” – Os clientes
naturalmente tentam postergar a decisão da compra, mas
se o vendedor fizer o mesmo, será difícil vender.

2. “O sr. prefere que eu mande um e-mail?” – Essa atitude
também não deve partir do vendedor.

3. “A senhora tem meu telefone? Qualquer coisa, me ligue”
– Acreditar que o cliente ligará é o mesmo que ficar
esperando Papai Noel na janela. Fale isso para dez
clientes e conte quantos retornarão a ligação.

4. “Compra vai, me ajuda! Eu preciso ganhar um prêmio
hoje” – Ao falar isso, o vendedor inverte o objetivo
principal da venda, que é servir o cliente e passa a se
servir dele.

5. “Esse cliente é um mala, um grosso” – Essas frases não
levam a lugar algum, ou melhor, levam ao fracasso, pois
influenciam negativamente outros colegas de trabalho, que
também passarão a reclamar colocando a culpa de seus
fracassos nos clientes. Não faça comentários negativos
após a ligação.

6. Não tenha preconceitos e não faça suposições – Como
o vendedor não vê o cliente do outro lado da linha,
imagina que esse é o problema. A imagem que o vendedor
faz do cliente nem sempre é real, ela pode ser totalmente
diferente da realidade.

César Frazão é autor dos livros Como Vender por Telefone
e Show em Vendas e está entre os conferencistas mais
requisitados nos assuntos de técnica de vendas e
motivação de vendedores.
Visite o site: www.cesarfrazao.com.br


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6月2日

Aprendendo com os erros

“Não são apenas nossos erros que nos arruínam, mas o modo como agimos depois de cometê-los”
Yvette Gilbert
Olá, Marcelo Dorilêo.
Apesar de o famoso ditado: “Errar é humano, persistir no erro é burrice” ser bastante conhecido, vejo muita gente errando sempre nas mesmas coisas. Mas por que isso acontece, muitas vezes, comigo, com você e com as pessoas ao seu redor?
Na minha opinião, persistir no erro é algo comum porque temos dificuldade para analisar os motivos pelos quais erramos. Se tivéssemos a disciplina de sempre que errássemos, parar e analisar o que aconteceu, poderíamos evitar a repetição de situações não desejadas. E, agindo dessa forma, poderíamos ampliar nosso aprendizado para a vida.
No livro Equipes Ricas e Vencedoras, da editora Campus/Elsevier, Blair Singer revela o segredo para aprender com os erros: fazer as perguntas certas. Para o autor, são cinco as perguntas fundamentais a serem analisadas durante e no fim de cada situação:
  1. O que aconteceu? Procure fatos, não opiniões.
  2. O que deu certo? Essa etapa deve ser rápida e sem a emissão de opiniões, se possível.
  3. O que não funcionou? Observe o teor do que é dito aqui. Não se trata do que é certo nem é errado. A questão é se funcionou ou não. É preciso responder essas duas perguntas porque elas sempre coexistem.
  4. O que foi aprendido? (Essa é a pergunta mais importante). Procure os padrões de comportamento ou resultados, não um único incidente isolado.
  5. O que é possível fazer para corrigir o problema ou tirar vantagem da situação? É necessário que essa seja a última pergunta a ser respondida. Caso contrário, você colocará em ação algo que poderá criar problemas além dos já existentes.
Então, que tal fazer essas perguntas para algum erro que tenha cometido e tentar aprender alguma coisa com ele? Para o especialista Blair, essa é a melhor forma de lidar com os erros. “Avaliar o desempenho durante e no fim de uma situação ensina as pessoas a olharem para cada episódio como uma experiência de aprendizado, não como uma tragédia”, comenta.
Um grande abraço, motive-se e até a próxima semana!


Karen Jardzwski
Redatora-chefe da revista Motivação



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