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5月29日 Cuiabá Campeão O Aprendiz 6Marina Erthal, 20, é a vencedora do "Aprendiz 6 - Universitário".
Parabéns pela brilhante participação desta Mato Grossensse!!!!!!
5月25日 Liderar é Preciso
A liderança nunca foi tão vital. Infelizmente, os “líderes verdadeiros” são poucos, hoje em dia. De quantos líderes você poderia dizer que lhe inspiram respeito e admiração? Não muitos, com certeza. Se queremos que nossas empresas cresçam, o desafio é desenvolver líderes autênticos. E como se faz um líder? Que características distinguem os líderes verdadeiros? Quais são as “lições de liderança” que a história nos ensina? Oito Qualidades Até os maiores líderes da história tiveram suas falhas. Mas os líderes verdadeiros apresentam oito características ou qualidades comuns: 1. Líderes têm uma visão. Eles têm uma idéia clara de qual deve ser o destino da organização e sabem como chegar lá. Thomas Jefferson foi um líder visionário. Ele pegou as idéias de John Locke – ou seja: a proteção do governo ao direitos que os cidadãos têm à vida, à liberdade e à propriedade – e criou uma “Declaração de Independência”. Os mais celebrados visionários da atualidade criam novos negócios. Indivíduos como Bill Gates da Microsoft, Fred Smith da FedEx, Howard Schultz da Starbucks, Steve Jobs e os criadores do Google, Lawrence Page e Sergey Brin, são líderes visionários. Com a “visão” eles sabem para onde vão.. 2. Líderes são comunicadores vigorosos e otimistas. Os líderes não apenas comunicam suas idéias, como motivam seguidores a apoiá-las. São comunicadores otimistas – de aparência e pronunciamentos positivos. Quem quer seguir alguém que seja sempre pessimista? Ninguém, eu acredito. Líderes verdadeiros estimulam os seguidores a aproveitar o próprio potencial. O general George S. Patton disse, certa vez: “Nunca diga às pessoas como fazer as coisas. Diga apenas que façam, e vai se surpreender com a criatividade delas.” Os líderes devem também aprender a ouvir, pois a comunicação efetiva é uma rua de mão dupla. Grandes líderes – Franklin D. Roosevelt, Winston Churchill, John F. Kennedy, Ronald Reagan, Martin Luther King – compreendiam o poder de uma comunicação construtiva, consistente e franca. Hoje, ao contrário, muitos “líderes” ficam sentados em silêncio em seus escritórios, e parecem satisfeitos em se comunicar através de memorandos, e-mails ou osmose. Acredito que comunicação nunca é demais. A mensagem deve ser repetida freqüentemente, ao vivo e frente a frente, para que seja ouvida, entendida e tenha influência sobre quem recebe. 3. Líderes se concentram em uma lista reduzida de prioridades. Um líder não pode ser tudo para todos, não pode seguir em várias direções ao mesmo tempo nem dar a todas as questões o tratamento de “prioridade”. Em vez disso, deve perseguir apenas duas ou três metas claramente definidas, canalizando para elas todas as energias. Quando o líder oscila entre diferentes projetos, preferências e prioridades, os seguidores ficam sem saber o que fazer! Portanto, concentre-se em poucas prioridades. Escolha três itens, dedique-se a eles, resolva e, então, cuide da prioridade seguinte. 4. Líderes exibem a coragem que vem da certeza. O líder deve adotar e defender uma posição. Quando Abraham Lincoln, em 1861, jurou “preservar e proteger a União”, essas cinco palavras tornaram-se um mantra, sua única certeza. Tudo que Lincoln dizia, escrevia e dizia era impregnado do mesmo tema – salvar a União. Por muitas razões, ele se tornou um dos maiores presidentes da história. Ele salvou a União e libertou os escravos. Devoção a uma causa – e disposição de defender suas convicções – é requisito para a liderança. 5. Líderes se preparam incansavelmente. Falha na preparação significa preparação para a falha. O líder deve estudar para saber em que está se metendo. O marechal-de-campo Bernard Montgomery disse: “O comandante tem de decidir como vai lutar antes de começar a batalha. Ele precisa escolher a música conforme a qual o inimigo deve dançar.” Essa idéia foi aproveitada por Dwight D. Eisenhower na preparação para o Dia D. A invasão da Normandia em 6 de junho de 1944 foi um pesadelo logístico. Mas Eisenhower estava preparado para qualquer contingência. Essa mesma preparação foi aplicada por Rudolph Giuliani aos trágicos acontecimentos de 11 de setembro de 2001. Ele e suas equipes se saíram tão bem porque tinham treinado para incêndios de grandes proporções, interrupções no fornecimento de energia elétrica, acidentes aéreos e ataques terroristas. “Como estávamos preparados para tudo aquilo, conseguimos executar os planos.” Como pode atestar qualquer um que já tenha feito uma prova, dado uma palestra ou tentado vender uma mercadoria, nada melhor do que estar preparado. Se você reservar tempo para estudar os detalhes previamente, estará bem preparado quando chegar a hora de agir. 6. Líderes assumem riscos e tomam decisões. O líder deve adotar uma posição e agir com decisão. Como costumava dizer meu então chefe no Citicorp, Walt Wriston, para os gerentes, “risco” é nome feio. Os líderes assumem riscos calculados. Você nunca dispõe de todos os fatos. E se não souber lidar com a ambigüidade, é sinal de que não está pronto para ser líder. A decisão tomada por Harry Truman de jogar a bomba atômica sobre Hiroshima e Nagasaki, em 1945, ainda é tema de intensas discussões. Mas é inquestionável a coragem que Truman teve de assumir um risco e aceitar as conseqüências de sua decisão. Esse tipo de ação forma um nítido contraste com os líderes de hoje, que não assumem qualquer risco nem tomam qualquer decisão sem antes fazer uma pesquisa de opinião pública. Os líderes ouvem conselhos os mais variados: “Faça isso. Faça aquilo. Experimente isso. Experimente aquilo.” Essas contribuições são importantes, mas, no fim, quem decide e assume a responsabilidade pela decisão é o líder. 7. Líderes são administradores dos recursos alheios. O administrador recebe os recursos alheios em confiança e gerencia propriedades e negócios que não são seus. O líder não deve se aproveitar da posição para conseguir ganhos financeiros ou reconhecimento para si próprio. Em vez disso, deve considerar-se administrador de recursos alheios. Como general, George Washington levou a nação à vitória na luta pela independência. Depois disso, podia ter-se tornado “o rei George”. Mas reconheceu que a nação que tinha ajudado a criar era uma república democrática que não dependia de um só indivíduo, mas de todo o seu povo. Líderes eleitos são guardiães da confiança pública. A organização é mais que o indivíduo. Hoje, ao contrário, com os casos de Enron, Worldcom e Tyco – e de seus líderes de moralidade questionável – somos forçados a pensar se o “ego” não teria substituído o “serviço”. O líder é um administrador cuidando dos interesses de acionistas e outros envolvidos. Os verdadeiros líderes nunca se esquecem disso. 8. Os verdadeiros líderes são gente apaixonada. Infelizmente, paixão é uma palavra pouco usada no mundo dos negócios. Muitos líderes são experientes e bem informados sobre os aspectos técnicos de suas empresas, mas avessos a demonstrar emoção, cuidado ou paixão. E, no entanto, a maioria das pessoas dá muito mais importância ao que o outro valoriza do que ao que ele sabe. Atualmente, as oportunidades para a liderança são ilimitadas. Portanto, analise e pratique esses oito itens, adquirindo confiança na sua capacidade de liderar. Teddy Roosevelt disse muito bem: “Não é a crítica que conta. O crédito pertence ao homem que ocupa a arena, que luta com valentia, que erra e agüenta as conseqüências; que conhece grandes entusiasmos e grandes devoções; que se dedica a uma causa que vale a pena; e que, quando fracassa, sabe que, pelo menos, tentou e ousou, de modo que seu lugar nunca será junto àquelas almas tímidas que não conhecem a derrota nem a vitória.” Todos precisamos pensar na direção em que estamos caminhando, desejar mais e aproveitar o momento. James L. Bailey é vice-presidente executivo da United States Trust Company. Este artigo foi adaptado de uma palestra sua na Bowling Green University e usado com permissão de Vital Speeches of the Day. AÇÃO: Inspire-se nessas qualidades. Conheça os novos produtos Windows Live. Clique aqui! 5月15日 Maneiras de Liderar
Os líderes fazem muitas coisas diferentes e cada dia. Algumas delas, conseguimos ver; mas a maioria é invisível. Quando pensamos em grandes líderes, a tendência é lembrar daqueles e das atitudes mais visíveis. Com isso, nos parece que grande líder é aquele que dá palestras, escreve artigos e concede entrevistas, principalmente sobre visão e estratégia; e que determina, sozinho, o caminho a seguir. Mas liderança é como um iceberg, em que 90% do total estão abaixo da superfície. Formar opinião sobre um líder com base em suas atividades públicas é tomar em consideração apenas uma amostra tendenciosa do que se passa. No entanto, é o que a maioria faz.
Embaixo do Iceberg Os 90% da liderança que ficam abaixo da ponta do iceberg pouco têm a ver com estratégia, oratória ou capacidade técnica, e têm tudo a ver com o gerenciamento de relacionamentos. Liderança é a soma de centenas de pequenas interações, sendo que a maior parte delas acontece fora do alcance da nossa visão. Tudo que a organização consegue é fruto de trabalho conjunto. O líder capacita o grupo a produzir – por meio dos relacionamentos. Definir liderança como a capacidade de alcançar grandes sucessos através de outras pessoas vai além da mitologia do gênio individual, mas revela pouco do modo de atuação dos líderes. Segundo se diz, o líder forma uma excelente equipe, determina a direção a seguir, alinha sistemas e motiva, potencializa e inspira seu pessoal. Mas aí está o que o líder faz, e não como. Saber o que o líder faz não capacita ninguém a agir; não é suficiente para pôr em prática. Meus clientes, o pessoal da Pepsi e meus alunos de MBA querem saber como lidar com os desafios impostos pelo exercício da liderança. Querem detalhes táticos da convivência com subordinados difíceis ou chefes pouco razoáveis, da administração de conflitos e da liderança de processos de mudança. O que distingue os grandes líderes – e o que se espera dos que pretendem liderar – é saber como. Como se forma uma grande equipe? Como motivar e inspirar o pessoal? Como conseguir adesão? A compreensão dessas questões é a marca de um líder de alto desempenho. É o que permite vôos mais altos. É o que leva a empregados cheios de energia, a equipes eficientes e a melhores resultados. E é também o único meio de tornar os líderes ainda melhores. Como Liderar Preciso chamar a atenção para duas características do modo de liderar: Primeiro, líderes de alto desempenho administram bem os relacionamentos, principalmente por meio de interações diretas, próximas e pessoais, e não por uma comunicação distante, através de memorandos, palestras ou vídeos. Eles desafiam, discutem e convencem. Oferecem e solicitam feedback. Conhecem seu pessoal e sabem o que os motiva. Atuam como coaches e mentores. Estimulam o debate. Delegam responsabilidades. Falam verdades, mesmo as mais incômodas. Aprofundam-se nos detalhes. Formam coalisões e alianças. Para assegurar que todos remem no mesmo ritmo, os líderes de alto desempenho adotam o combate corpo a corpo. E fazem isso todo dia, não apenas em interações formais, com hora marcada, seja em grupo ou individualmente. Eles sabem que a comunicação constante constrói relacionamentos e contribui para que as pessoas assumam a visão e internalizem as prioridades. Segundo, exercer uma liderança excelente é um desafio porque os relacionamentos são desafiadores. É preciso coragem, embora seja muito difícil reunir coragem suficiente para dizer ao chefe que ele – ou ela – está cometendo um erro enorme ou falar francamente com um colega sobre seu desempenho. É preciso que o líder apresente propósito e significado, embora seja muito difícil imprimir um propósito maior a todos os aspectos do trabalho da equipe. É preciso um compromisso inabalável, embora seja muito difícil mostrar esse tipo de compromisso a um empregado que coloca os próprios interesses à frente dos da empresa quando as coisas vão mal. É preciso que o líder assuma os resultados, embora seja muito difícil deixar de distribuir acusações pelos problemas, concentrando-se no que deve ser feito para resolvê-los. E é preciso que o líder preserve os valores, embora seja muito difícil defender a decência, a dignidade e a honestidade quando os concorrentes desrespeitam todas as regras para passar à frente. Os 90% da liderança que não vemos exigem dedicação, perseverança e aplicação incríveis. Para uma liderança eficaz, o líder deve sustentar um número enorme de relacionamentos, o que requer um esforço heróico. Embora os líderes devam alavancar processos e sistemas – de tomada de decisões, alocação de recursos, formulação de estratégia, mudança e aprendizagem – para alcançar bons resultados, só isso não faz um líder. Se ele não conseguir administrar os relacionamentos, o talento para criar processos não vai adiantar de nada. Novas estratégias são, em geral, desenvolvidas por equipes, e não por um único líder que tudo vê e tudo sabe. A tarefa do CEO é reunir a equipe mais capacitada, administrar os relacionamentos e produzir os melhores resultados possíveis. As estratégias de liderança devem considerar os princípios subjacentes dos relacionamentos humanos e nos levar além da ponta do iceberg. Michael Feiner é consultor de gerenciamento e professor da Columbia Graduate School of Business. Durante 20 anos, foi responsável pelo setor de pessoal da Pepsi-Cola. AÇÃO: Lidere o seu pessoal para liderar a empresa. Quer uma internet mais segura? Baixe agora o novo Internet Explorer 8. É grátis! |
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