Marcelo 的个人资料CONSULTORIA COMERCIAL照片日志列表更多 工具 帮助

日志


5月17日

Notícia Informativa - Caro amigo comerciante fique de olho.

Se há alguns anos o domingo era considerado um dia morto para o comércio e de descanso para os trabalhadores, hoje o cenário é diferente. Desde que os empresários obtiveram licença para funcionar aos domingos, o primeiro dia da semana já representa o segundo melhor em vendas, perdendo apenas para o sábado.

No Floripa Shopping, inaugurado há seis meses na Capital, o domingo representa o segundo melhor dia de vendas, perdendo apenas para o sábado.

- O domingo é excelente para nós. Até porque o Floripa Shopping tem um apelo mais familiar e, neste dia, as compras, em sua maioria, são feitas por pais, mães e filhos. Como no resto da semana os pais trabalham e os filhos estudam é no domingo que eles se encontram para ir ao shopping - afirma o superintendente do empreendimento, Ricardo Visco.

Segundo ele, mesmo abrindo metade do tempo dos outros dias, o incremento no domingo é de 20% com relação à sexta-feira, o terceiro melhor dia, e pode dobrar em comparação aos outros dias da semana.

A rede de supermercados Imperatriz optou por abrir aos domingos há sete anos. Desde então, o dia é responsável pela segunda maior venda durante a semana - o primeiro é sábado - com incremento de 8% a 10% no faturamento do final do mês.

- O movimento é bastante grande em nossas lojas - diz o diretor de marketing e expansão da rede, Vidal Lohn Filho.

Horário diferenciado agrada aos clientes

As vendas no Beiramar Shopping, que funciona com horário diferenciado aos domingos - as lojas abrem às 14h e fecham às 20h e a praça de alimentação começa a funcionar às 11h e termina o expediente às 22h - vêm se destacando desde que o empreendimento adotou a prática.

- O domingo já é o nosso terceiro melhor dia de movimento e compra - afirma o gerente de marketing do shopping, Carlos Bonetto.

Apesar de ter sido inaugurado há menos de um mês, o movimento aos domingos tem sido considerado superior aos sábados no shopping Iguatemi Florianópolis. O gerente geral do shopping, Carlos Torres, diz que os consumidores aproveitam o dia para o lazer e as compras.

5月13日

As chaves da prosperidade

É  incrível como algumas pessoas têm tanto e outras tão pouco. Mas acredito que quanto mais tempo se passa reclamando da situação, menores são as chances de revertê-la. Então, sugiro que passemos a não reclamar, mas reivindicar por condições melhores e, além disso, lutar bravamente pelo que se quer.

Randy Gage é um autor de renome internacional e escreveu best sellers como As 7 Leis da Prosperidade e 37 Segredos da Prosperidade, publicados pela Editora Cultrix. Randy é um estudioso do desenvolvimento corpo-mente e do crescimento pessoal. A vida dele não foi sempre próspera, ele foi preso na adolescência, mas se tornou milionário por mérito próprio e passou a inspirar milhares de pessoas pelo mundo todo.

Randy acredita que nascemos para ser prósperos e manifestar isso expandindo a consciência e aceitando o que é nosso por direito. “Sou um sujeito racional e passei 15 anos estudando as leis universais, nas quais se baseia a prosperidade. Quando vivemos de acordo com essas leis, a prosperidade e a abundância se revelam na nossa vida, mas quando não as obedecemos, temos de repetir a lição”. Que tal colocar a mão na massa? Conheça algumas idéias do livro de Randy, 101 Chaves para a prosperidade (Editora Cultrix):

1. Acredite no bem que existe dentro de você antes mesmo de percebê-lo.
2. Não acredite no conselho de pessoas falidas.
3. Imagine em detalhes aquilo que você deseja.
4. Sua riqueza crescerá à medida que você cresce.
5. Procure mentores que já tenham feito o que você quer fazer.
6. A verdadeira prosperidade vem apenas para aqueles que a procuram.
7. As palavras são instrumentos eficazes da prosperidade.

Um grande abraço e parabéns a todas às mulheres que têm o dom especial de ser chamadas de mães.


Karen Jardzwski
Editora-executiva
E-mail: karen@motivaonline.com.br

5月7日

Mensagem de Raul Candeloro

Se o seu principal diferencial é o preço, provavelmente
não é difícil para você fazer com que o seu cliente
compre mais vezes da sua empresa. Mas essa tática tem
vida curta. Uma vez que as margens diminuem cada vez
mais, até onde você pode ir sem começar a perder
dinheiro? Mais importante ainda: quanto tempo você pode
gastar com um cliente que não dá lucro?

A maior tarefa que as empresas enfrentam atualmente é
transformar compradores em fãs, para que eles comprem de
boa vontade. Essa não é uma missão fácil nem pode ser
conseguida com esforços para tentar se mostrar
interessado. John Graham, presidente da Graham
Communications, nos apresenta 17 maneiras de conseguir
esse resultado:

1. Conheça o negócio do cliente.
2. Chame para si a responsabilidade.
3. Seja a fonte de novas idéias.
4. Demonstre que você tem o conhecimento.
5. Antecipe as necessidades do cliente.
6. Transmita a imagem correta.
7. Demonstre que você está aprendendo constantemente.
8. Comunique-se claramente.
9. Torne-se parte do negócio do cliente.
10. Seja acessível.
11. Ouça.
12. Mantenha os olhos abertos para novas tendências.
13. Especialize-se.
14. Mantenha-se em contato.
15. Pense como o cliente.
16. Torne-se paranóico.
17. Se você não pode ajudar o cliente, seja honesto.

Como profissional de vendas, o seu trabalho não é
aprender a fazer mais fechamentos, apesar de tirar o
pedido ser essencial. Para que seus clientes se tornem
mais lucrativos, a tarefa é bem mais exigente: envolve
manter o cliente durante um certo período de tempo. A
melhor maneira de alcançar esse resultado é
transformando seus clientes em fãs.
5月6日

Como ser um líder autêntico

Uma liderança autêntica não é reconhecida pelo salário, pelo cargo ou por uma sala no melhor estilo aquário de vidro no canto da sala. Pessoas inspiradas que lideram com integridade levam todas as questões adiante de qualquer posição que ocupem em suas organizações. Elas agregam a confiança dos outros e estão prontas para fazer perguntas duras quando necessário. Estes são os líderes reais que geram e sustentam a cultura da personalidade. "Pessoas Decentes, Empresas Decentes" (Editora Landscape, 192 páginas, R$ 24,90) mostra como os profissionais podem ser mais efetivos na solução de problemas e na obtenção de resultados, trazendo a integridade, o respeito e a responsabilidade pessoal de volta ao local de trabalho. Beneficiando-se dos mais de 25 anos de experiência em seu trabalho com presidentes, gerentes e equipes, Robert e Carolyn Turknett fornecem tanto a inspiração quanto as técnicas para ajudar o leitor a se perguntar: "o que eu posso fazer?" em vez de "por que eles não fazem?". Os autores mostram que as empresas, seja um pequeno negócio ou uma corporação multinacional, são como pessoas: sua personalidade pode apresentar diversas facetas. Quando íntegras, apresentam resultados, mas o fazem primordialmente com responsabilidade e respeito.

Geração de resultados positivos. O livro "Governança Corporativa na Prática" (Editora Atlas, 232 páginas, R$ 48) apresenta, de forma estruturada, a explicação detalhada de como as empresas podem desenvolver e consolidar governanças corporativas sustentadas por adequados conselhos de administração, os quais representam o foco central das decisões das empresas modernas. O livro Governança Corporativa na Prática visa a proporcionar uma contribuição efetiva para que as empresas possam operacionalizar esse novo modelo de gestão. Além disso, a intenção é que as companhias possam usufruir todas as vantagens administrativas que a governança corporativa proporciona. O autor Djalma de Pinho de Oliveira aborda conceitos, atuação, prática e estruturação, trazendo orientações sobre metodologias, estrutura organizacional, capacitação, liderança, planejamento de sucessão e outros assuntos relevantes.

Amplie seus contatos. Executivos e líderes empresariais bem-sucedidos sempre apontam a habilidade de fazer networking como uma das mais poderosas ferramentas para o sucesso profissional. O desafio, dizem eles, é se tornar um mestre na arte de cultivar relacionamentos que tragam benefícios para todos os envolvidos. Baseada nessa premissa, a consultora Diane Darling propõe, em "Networking: desenvolva sua carreira criando bons relacionamentos" (Editora Sextante, 80 páginas, R$ 14,90), um treinamento para a prática no networking. Parte integrante da coleção Você S/A, o livro traz 24 dicas para aproximar o leitor de uma rede de contatos, ensinando estratégias de incentivo e desinibição para alavancar a carreira. Entre os temas abordados pela autora estão: avaliação de contatos, formas de relacionamento, desenvolvimento de táticas de abordagem, ferramentas de networking, limites, desenvolvimento e cultivo dos contatos.

Caminho das Pedras. "Gestão de Escritórios de Advocacia" (Editora Matrix, 88 páginas, R$ 17), escrito pelo advogado e administrador de empresas Urubatan de Almeida Ramos, traz dicas para fazer com que um escritório de advocacia seja uma atividade rentável e bem administrada. O autor mostra os caminhos certos para uma administração eficiente do negócio, comprovando que, antes de qualquer coisa, os cuidados devem estar voltados para as questões de preparo e de planejamento. A idéia de escrever o livro veio da percepção de que os advogados se formam, montam escritórios, mas sentem dificuldade de lidar com as rotinas administrativas diárias, uma vez que as faculdades não ensinam gestão de negócios. Assim, a obra surge para suprir essa lacuna, orientando quanto às metodologias e práticas em gestão.

"O autor do livro O Monge e o Executivo (Editora Sextante, 144 páginas, R$ 17), James C. Hunter, é consultor-chefe da J.D.Associados, empresa de consultoria de relações de trabalho e treinamento, o que, pela minha área de atuação em gerenciamento de recursos humanos, me fez interessar por sua leitura. A influência na vida profissional diz respeito à liderança que um empresário deve exercer sobre seus comandados, identificando suas necessidades e suprindo-as de forma a fazer com que seus liderados passem a trabalhar melhor e reconhecer a importância de se fazer parte de um grupo que busca um objetivo comum. É um livro de fácil leitura que traz mensagens importantes, de fácil aplicação em nossa vida."

Por Afonso Sereno, diretor da Horizonte RH

5月4日

Planejamento Estratégico

Nunca se ouviu falar tanto em planejamento estratégico como nos dias de hoje. O que era restrito às médias e grandes empresas na década de 80 e 90 ressoa com facilidade nas pequenas e microempresas que almejam a perpetuidade no concorrido mundo globalizado dos negócios.

O planejamento estratégico tornou-se uma ferramenta indispensável para a sobrevivência das empresas, porém requer o entendimento de algumas premissas básicas sob pena de se tornar inaplicável antes mesmo da concepção.

Mas o que é planejamento estratégico? Parece algo extremamente complexo, porém é mais simples do que se imagina. Trata-se de um processo estruturado de planejamento, no qual a empresa se prepara para o futuro com o objetivo de criar visão de futuro e continuidade do negócio.

Nesse processo, são estabelecidos os valores, a visão e a missão da empresa para o futuro, os quais servem de base para a criação de metas, objetivos e estratégias de curto, médio e longo prazo, sustentadas por planos de ações específicos para se atingir a visão idealizada.

A comunicação interna é a chave para o sucesso do planejamento estratégico e depende essencialmente do papel dos líderes dentro da empresa. Antes de se decidir pela adoção do planejamento estratégico, é imprescindível o nivelamento dos conceitos envolvidos no processo. Saber distinguir a missão da visão e as metas dos objetivos torna-se um imperativo.

O desconhecimento dos conceitos básicos, a inadequação no envolvimento dos níveis hierárquicos, a falta de informações confiáveis e as lideranças fracas são algumas das razões comprovadas para o fracasso do planejamento estratégico na maioria das organizações.

A simples decisão dos gestores pela adoção do planejamento estratégico não implica em sucesso. Acima de tudo, é necessária uma mudança de postura radical e elevação do nível de comprometimento, das lideranças ao operacional.

O sucesso da implementação depende dos sete fatores os fatores críticos: estratégia ideal; estrutura adequada; sistemas de controles compatíveis; estilos definidos de gestão, pessoal treinado e comprometido; o despertar de habilidades e o compartilhamento dos valores. O restante fica por conta de três perguntinhas básicas: onde estamos? Para onde vamos? Para onde o ambiente nos empurra?

Pense nisto: onde sua empresa estará quando o futuro chegar?

5月1日

Cresce o consumo de mara própria

Diário do Grande ABC O varejo está apostando cada vez mais nos produtos de marca própria. Somente neste ano, os itens que levam o nome dos supermercados tiveram crescimento recorde de 17% em comparação com o ano passado.

De acordo com o levantamento realizado pelo instituto de pesquisa Nielsen, com 500 empresas supermercadistas em todo o País, 155 varejistas possuem algum produto de marca própria, ou seja, quase um terço oferece a seus clientes mercadorias com o nome da empresa ou com uma marca exclusiva. O faturamento desses 155 varejistas corresponde a 35,89% do total apurado pelo setor no ano passado.

“O consumidor brasileiro está adquirindo mais mercadoria que leva o nome do estabelecimento por causa da qualidade, do preço competitivo e do alto investimento das empresas em produtos mais atrativos. Diria que a marca própria conquistou de vez uma parcela significativa de consumidores”, afirma Neide Montesano coordenadora da Indústria do Compro (Comitê Abras de Marcas Próprias).

Em virtude dos investimentos em novas mercadorias, a pesquisa realizada pela Nielsen mostra que pela primeira vez, nos últimos sete anos, as vendas ultrapassaram a barreira dos 5% de participação no faturamento das empresas que comercializam em suas lojas itens de marca própria.

Segundo Montesano, o total das vendas desses produtos representou, em média, 5,5% do faturamento total das companhias que declararam comercializar esse produto em 2006. Em 2005 representava 4,7%.

Hoje existem cerca de 45 mil produtos que levam os nomes de empresas supermercadistas – que representam 6% das vendas totais do varejo brasileiro –, correspondente a quase R$ 7 bilhões. Para a coordenadora do Compro, a perspectiva até 2010 é ultrapassar os 5,5% do total de vendas apuradas no ano passado para 10%.

“Para isso estamos realizando um trabalho intenso junto aos fornecedores e varejistas para definir parâmetros de garantia de qualidade, construção de marca e marketing, embalagem e atendimento às legislações vigentes”, diz Neide Montesano.

Coop investe R$ 550 mil em etiquetas eletrônicas

Verônica Lima

Do Diário do Grande ABC

A Coop se destaca por seu pioneirismo ao ser a primeira empresa no País a investir R$ 550 mil na tecnologia de etiquetas eletrônicas de gôndolas. Segundo o gerente de tecnologia da informação, Francisco Ráo, com o uso dessa nova tecnologia o consumidor terá a garantia de pagar no caixa o mesmo preço que está na prateleira.

Além disso, a nova tecnologia da Unisys – um transmissor de radiofreqüência – trará para a Coop economia, ao eliminar a emissão das etiquetas de papel, redução do custo do processo de gestão de preços, agilidade na administração dos itens de todos os produtos nas gôndolas, e disponibilidade dos preços do produto pela inviolabilidade da etiqueta.

A etiqueta eletrônica será implantada primeiro na loja de São Vicente, na Baixada Santista, que será inaugura neste sábado. A Coop está investindo R$ 6 milhões nesta nova unidade. “Dando certo e sendo bem aceita pelo público, iremos implantar a nova tecnologia nas outras lojas da rede.”