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4月29日 Viver do Passado é deixar de ter um futuro melhorSabe qual é momento para rever os próximos passos? Quando você começa a conversar com alguém e, ao contar suas conquistas e vitórias, percebe que elas estão no passado. Se você não lembra de nada positivo que tenha acontecido há um mês, é hora de agir rapidamente. Recentemente, uma amiga me contou que foi a campeã de vendas regional de sua empresa no ano anterior. Após parabenizá-la pela conquista, perguntei: “E para este ano, quais são os seus planos para ser a campeã de vendas nacional?”. Imaginei que ela fosse dizer que estava vendendo um pouco mais por dia, prospectando novos clientes todas as semanas, afinal, se venceu a campanha regional no ano anterior, pensei que almejasse ser a campeã nacional em 2007. Entretanto, em vez da resposta, recebi um grande silêncio. Infelizmente, fomos interrompidas por outra pessoa. Mas, pela expressão de espanto de minha amiga, imagino que ela tenha pensado: “Mas o ano mal começou” ou “se deu certo em 2006, conseguirei em 2007 também”. Será? Pode ser que sim, pode ser que não, mas, na dúvida, se a intenção é conquistar algo, é melhor planejar as ações em busca do resultado. Ao ler o livro 12 Segredos Simples da Felicidade no Trabalho (Editora Cultrix) encontrei um comentário interessante do autor. Glenn Van Ekeren diz que descansar sobre os louros do passado não é uma atitude de quem deseja garantir uma carreira promissora. No livro, o autor cita quatro pontos importantes para conquistar um futuro melhor: 1. Saiba o que você pretende – Procure definir os parâmetros que determinarão o modo pelo qual você viverá sua vida. 4月25日 Personalidade x ValorTodos os gerentes de vendas se preocupam com a forma de vender daqueles que estão iniciando a carreira ou daqueles que não estão rendendo lá essas coisas. Poucos se preocupam em analisar os vendedores de destaque. Afinal, não se mexe em time que está ganhando.
Acontece que bons vendedores costumam cometer um erro comum: vendem personalidade, e não o valor do produto. As pessoas fazem negócios com aqueles de quem gostam. Em determinados clientes, essa característica é mais forte. Se o seu vendedor vende a personalidade, e não o produto ou serviço, está em busca dessa fatia de público. Funciona? Sim, por um tempo. Depois, prospectar e encontrar esse cliente afável torna-se muito mais difícil. Enquanto isso, centenas de bons possíveis clientes são deixados à mercê da concorrência, seja porque eles não são de personalidade tão aberta, seja porque o vendedor que se apóia em personalidade gasta um tempo muito maior do que o necessário para uma boa venda, fazendo os clientes gostarem dele, antes de tudo. O prospect possui todas as informações de que precisa, no máximo, a uma distância de um clique do mouse e é assediado por diversos dos seus concorrentes. O vendedor que quiser pode usar a personalidade, mas sempre como um acessório do principal: informação e valor agregado ao produto ou serviço. Fonte: Liderança 4月23日 Segmentação de ClientesUma coisa fundamental em vendas, mas na qual poucas empresas prestam atenção, é a segmentação por tipo de cliente. Empresas que segmentam corretamente mostram que entendem melhor os seus clientes, quem são, o que pensam e o que querem. Isso, inevitavelmente, se traduz em melhores ofertas e melhoria nos níveis de lucratividade e satisfação. Podemos criar seis tipos de clientes, cada um com seus próprios objetivos e maneiras de comprar. Aqui vão algumas dicas para lidar com eles e como conquistar sua preferência: 1. Compradores novatos - Dependendo do seu ramo de atuação, pode ser que ainda existam pessoas e empresas que nunca tenham comprado o que você tem para vender. O que eles querem: paciência e atenção. Novos compradores não têm certeza de que o seu produto ou serviço é o certo, se a sua empresa é a melhor, se o preço é justo, etc. Ou seja, eles vão precisar de explicações detalhadas e de muita informação. 2. Compradores relutantes - São os compradores obrigados a comprar, mas que não têm certeza se você é realmente a melhor opção. O que eles querem: reforço e segurança. A melhor forma de lidar com isso é usando testemunhais de outros clientes que passaram pela mesma situação e, hoje, estão muito satisfeitos comprando de você. 3. Compradores "pechincha" - São os compradores que buscam apenas o menor preço. Não são fiéis e trocam de fornecedor assim que aparece uma opção mais barata. O que eles querem: preço baixo, com certeza, incluindo não só o preço em si, mas também as condições de pagamento. 4. Compradores estratégicos - São clientes que sabem exatamente o que querem. Entendem as especificações técnicas, têm experiência no assunto, conhecem seus concorrentes. O que eles querem: economia de tempo, conveniência e a melhor relação custo-benefício. 5. Clientes entusiastas (ou promotores) - Esse grupo de clientes é, basicamente, composto de fãs. Gostam de você, da sua empresa, dos seus produtos e serviços, recomendam para amigos e colegas. Enfim, mesmo que, às vezes não gastem muito, é sempre um prazer servi-los. O que eles querem: sentir-se especiais e reconhecidos. Eles têm com você e sua empresa uma relação muito mais emocional do que racional. 6. Clientes "conveniência" - Como o nome já diz, são aqueles clientes que buscam a conveniência acima de tudo. O que eles querem: talvez, seja mais importante começar pelo que eles não querem: os clientes desse grupo não querem se incomodar. Querem economizar tempo e que você resolva tudo por eles. Um grande abraço, Raúl Candeloro 4月22日 O potencial do "atacarejo" no BrasilO "atacarejo", a combinação que existe no Brasil entre os formatos de atacado de auto-serviço e hipermercado, é um dos setores que mais apresentam potencial de crescimento. A opinião é de Rodrigo Lacerda, diretor de marketing do Carrefour no Brasil. "Este é um modelo de negócio que tende a se desenvolver no país", disse o executivo, que participou ontem de um debate na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, sobre os desafios do setor.
Na avaliação de Lacerda, o segmento de "hard discount" como um todo - ou os formatos de loja com foco em preços competitivos e baixo custo operacional - também vem ganhando consumidores na França, por exemplo.
Se comprar o Atacadão, a maior rede de "atacarejo" no Brasil, o Carrefour dará o troco em dobro nos seus concorrentes no Brasil. A multinacional francesa não só irá deixar o Wal-Mart para trás como irá recuperar a liderança do mercado.
Ser o melhor, porém, não significa ser o maior. "As redes de supermercados que registram os melhores desempenhos em alguns indicadores de produtividade, como o faturamento por metro quadrado, são empresas de médio porte", afirma Juracy Parente, coordenador do centro de excelência em varejo da FGV.
Ele cita redes como o Zona Sul, cujas lojas estão concentradas na zona Sul da cidade do Rio Janeiro, em bairros como Ipanema, Leblon e Copacabana. De acordo com a revista "Supermercado Moderno", a varejista carioca registrou um faturamento invejável por metro quadrado em 2006, de R$ 41,5 mil. Este índice é muito superior ao obtido pelas grandes varejistas.
O Pão de Açúcar vendeu no ano passado R$ 13,6 mil por metro quadrado, valor 1,5% maior que o registrado em 2005.
O Wal-Mart conseguiu elevar sua produtividade em 14,5%. As vendas por metro quadrado da varejista, que incorporou as lojas do Sonae em 2006, foram de R$ 11,5 mil em média. Mas, apesar de melhor, este indicador ainda é inferior ao obtido pelo Pão de Açúcar e também pelo Carrefour.
O faturamento por metro quadrado da rede francesa cresceu 24,5% e atingiu R$ 13,9 mil em 2006. O ganho reflete a reestruturação das operações do grupo francês no país, que fechou 60 lojas deficitárias a partir de 2005.
O Rio de Janeiro foi um mercado onde o Carrefour mais enfrentou problemas. A Sendas, que é líder no Estado, também atravessa maus momentos e acumula prejuízos nos dois últimos anos. Enquanto isso, não é só o Zona Sul que mostra maiores índices de produtividade. O Prezunic faturou R$ 20 mil por metro quadrado. No entanto, esse valor caiu 12,2% em relação ao desempenho de 2005. Fonte: Valor Economico 4月21日 Desperte seu talentoPaulo Araújo
O século já virou faz tempo, a revolução digital já é mais do que uma realidade, o mercado de trabalho mudou e a grande maioria dos profissionais já entendeu a mensagem: se tudo mudou, é preciso mudar também. Na era do conhecimento, que está entre nós faz tempo, vencem os mais talentosos. Mas talento não é algo único de alguns bem-nascidos, como muitos pensam, mas algo que todo mundo tem ou que pode ser desenvolvido. A questão é como despertar este talento e usá-lo em favor de sua carreira. Como despertar esses dons únicos adormecidos dentro de você? Pode ter certeza de que você tem algum tipo de talento todo especial aí dentro e que descobri-lo será um grande passo em sua carreira.
Aptidões naturais. O que você tem facilidade para fazer no seu trabalho e os outros têm algum tipo de dificuldade? Já é um bom começo notar alguma competência, onde todos os elegem como o melhor. Use sua percepção. É preciso negociar valores com o fornecedor? Chama o sicrano que ele é bom nisso. Opa! Um nato negociador. É preciso conversar com as pessoas e resolver um determinado conflito? Chama fulana que ela é ótima nessas questões. Mais um talento iminente: capacidade de liderança. Comece a perceber se você é sempre o escolhido para resolver determinada questão e use esse dom a seu favor, em áreas em que isso pode ser uma grande diferença.
Aposte na diversidade. Não fique preocupado em encontrar somente um único talento. Todos podem ser muito bons em várias coisas; portanto, não fique frustrado se não encontrar aquele talento único, todo especial. Na verdade, pense em algo mais sistemático. É preciso despertar os mais variados talentos para que, de uma forma geral, eles possam impulsionar sua carreira. Não adianta ser um ótimo comunicador e não trabalhar bem em equipe ou ser muito centralizador, entende? Aí, entra a diversidade e a capacidade de usar o seu arsenal de conhecimento e técnicas que podem efetivamente fazer a diferença. Pense: quais são os meus talentos na comunicação? Liste-os. Quais são os meus talentos no trabalho em equipe? Liste-os. E por aí vai. É a diversidade em sua formação acadêmica e cultural que vai fazer a diferença e não só um único grande talento.
Reavalie sua carreira. Agora é hora de verificar se tudo o que você fez em sua carreira realmente está valendo a pena. Se você se aposentasse hoje, você estaria realizado no seu trabalho? A forma como conduziu sua vida profissional até agora trouxe os resultados que pretendia? Você é o profissional e tem a carreira dos seus sonhos? Seja honesto com você mesmo e enfrente a realidade. É muito comum nossa carreira tomar rumos que não gostamos e é muito complicado voltar atrás, mas não é tão difícil mudar adiante. Dentro do meu contexto atual, quais os talentos que eu posso despertar que podem tornar minha carreira mais excitante? Crie sua própria definição de sucesso; certifique-se que está sendo coerente com seus valores e seja fiel a essa sua visão de vida, evitando distorções que só trarão frustrações no futuro.
Tenha disposição. Para despertar seus talentos, é preciso disposição para estudar mais, estar atento a treinamentos que podem auxiliá-lo em seu crescimento e estar preparado para assumir novas oportunidades. Resumindo, é um trabalho que vai demandar tempo, persistência e muita disposição. É preciso foco para manter a rota e evitar o vai-vém e a distorção de sua visão. Esteja atento se esses novos conceitos estão realmente lhe ajudando e se, efetivamente, podem ser usados em seu trabalho.
O caminho para despertar seu talento é cheio de encruzilhadas, mas vai ser uma aventura cheia de novas descobertas e realizações. O importante é estar disposto a correr riscos e acordar para uma nova etapa em sua carreira.
* Paulo Araújo é palestrante e escritor. Autor de “Seja Dono de Sua Própria Vida” - editora Qualitymark, entre outros livros.
Site: www.pauloaraujo.com.br
Tel (11) 4153 6008 – Alphaville – SP
Tel (41) 3267 6761 / 9124 2873 – Curitiba - PR
4月18日 Marketing de ExperiênciaAmigos, a ciência da administração é muito interessante. Lembre-mos que não muito tempo atrás era importante ser eficaz, ou seja o FAZER era o foco, não importando a maneira. Depois em um segundo momento passou a ser importante ser eficiente ou seja procurar o FAZER porém com menos recursos possíveis e na nova onda o correto é ser efetivo que é a fazer a COISA CERTA COM MENOR ESFORÇO/RECURSOS. É lógico que para cada tarefa existe os momentos de sermos eficazes, eficientes e efetivos, porém isto é uma prova da evolução da Administração moderna.
No marketing isto também não é diferente, quando iniciou-se as primeiras linhas de produção e com o surgimento do marketing, passou a ser importante o foco no produto, ou seja o marketing de produto. Depois, com as primeiras idéias de serviços o foco passou a ser Marketing de Serviços, num terceiro momento mais atual por sinal, o foco passou a Ser vendas de produtos com serviços agregados e agora estamos na época do Marketing de Experiência - Uma forma efetiva de aproximação com os clientes. Verdadeiras "fugas do cotidiano". É este o novo conceito de "valor" que o experience marketing, o marketing de experiência, veio acrescentar.
Procurem nesta semana imaginar o negócio de vocês gerando experiências positivas com seus clientes. Um grande abraço
Marcelo Dorilêo 4月17日 Se você deseja o sucesso, comece a superar as dificuldadesA maioria das pessoas que admiramos tem histórias incríveis de superação. E conversando com algumas dessas pessoas, descobri que o ponto crucial para que se tornassem bem-sucedidas foi o momento em que, em vez de desistir, decidiram enfrentar as adversidades. Assim, toda vez que penso em desistir de algo em função de uma dificuldade ou vejo alguém fazer o mesmo, acredito que estamos perdendo a grande oportunidade de virar o jogo. Ao ler o novo livro de Hugh Prather, Aprenda a Escutar seu Coração (Editora Sextante) encontrei uma declaração do autor que deu ainda mais sentido aos meus pensamentos. Ele diz que sempre que corre longas distâncias, passa por uma ou duas fases em que o seu corpo emite sinais de que vai entrar em colapso e que, se acreditasse nesses sinais, diminuiria a velocidade e passaria a caminhar. “Ainda bem que essa não foi minha reação quando comecei a correr, pois eu jamais teria adquirido o bom condicionamento físico que hoje me permite explorar terrenos difíceis”, afirma o escritor. O que Prather diz acontece conosco todos os dias. Uma hora é uma dor de cabeça que nos faz sentir vontade de não ver mais ninguém, aí vem um cliente reclamando do produto comprado e queremos sair correndo, depois é o carro que pára de repente e não há nada que o faça funcionar. Todas essas coisas, para não falar de dificuldades mais extremas, têm o poder de nos fazer pensar que é melhor desistir e voltar para casa. Mas se não continuarmos, voltaremos para casa todos os dias com a sensação de fracasso. E sabe o que é pior? Não superando as dificuldades, eliminamos a chance de ter a incrível sensação de solucionar os problemas. Por mais difícil que seja, não desista. Sempre que encontrar uma adversidade, pare, respire fundo e pense que superá-la pode ser a grande chance de virar o jogo em sua vida. Depois, reflita e pense em quais ações podem ajudar a resolver a situação e siga em frente! Um grande abraço e até a próxima semana! Karen Jardzwski Editora-executiva E-mail: karen@motivaonline.com.br 4月10日 Venda com alto-astralVender exige muitas competências, e entre elas está o bom humor. Torne seu trabalho de vendas mais prazeroso, segundo as dicas do palestrante Paulo Araújo: - O bom humor atiça a criatividade. Bem-humorados, criamos mais e enxergamos a situação de uma forma mais positiva. - Brinque com a situação. Faça perguntas como: "E se?" ou "e por que não?". Perguntas diferentes ajudam na solução de problemas. - Gostamos de estar perto de pessoas com alto-astral. Elas iluminam o ambiente, sempre têm um sorriso no rosto e um gesto de gentileza. - Não confundir bom humor com "engraçadinho". Ser bem- humorado está longe de ser o tipo que "perde o cliente, mas não perde a piada". Evite piadas grotescas que causam situações embaraçosas. 4月6日 Venda toda mercadoria com entusiasmoVender a mercadoria que você gosta ou conhece é certamente mais fácil do que vender algo de que você não gosta ou não conhece muito bem. Você pode estar tão entusiasmado com certos itens a ponto de nunca querer mostrar alternativas, ou você pode ficar entediado com o estoque antigo e querer mostrar apenas o que é novo.
O que importa sempre é o que o cliente quer. E não o que você gosta ou acha que é melhor. Você pode começar a se considerar um profissional quando passa a vender a mercadoria que pessoalmente não gosta com tanto entusiasmo quanto aquela que você adora. Seu cliente pode ter economizado dinheiro para comprar uma mercadoria pela qual você não tem interesse. Entretanto, seu cliente veio comprar o que ele deseja e você não pode deixar que suas opiniões influenciem o que seu cliente considera como importante. Se seu cliente deseja apenas uma camiseta básica, por exemplo, você precisa fazer uma demonstração com a mesma energia e entusiasmo que teria utilizado para vender aquele novo casaco de que tanto gosta. Quer seu cliente tenha vindo comprar algo banal ou um produto sofisticado, algo caro ou barato, guarde suas opiniões para si mesmo. Preste atenção em seus clientes e mostre entusiasmo enquanto você os ajuda a selecionar os itens que agradam a eles. Algumas vezes você pode questionar o produto que está na loja e imaginar por que os compradores o selecionaram. Eis aqui um jeito prático de encarar esta questão: tenha em mente que a equipe de compras, que pesquisa tendências no mundo inteiro, pensou que aquele produto era bom o bastante para ser adquirido e ele foi desenvolvido dentro dos mais altos padrões de qualidade. Certamente haverá um cliente que concorda com esta escolha. Bom Feriado, grande Abraços Marcelo Dorilêo
4月4日 Problemas x MetaEste texto é de um anônimo da internet.
Bom proveito e ótima semana.
Marcelo Dorilêo
Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras. A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas. Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e... tudo se desarrumava de novo. Então ele começou a ficar desanimado e pensou: "Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!". Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras, e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco. Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares. Assim também é a nossa vida: quando paramos demais para olhar os problemas, perdemos tempo e nos distanciamos das nossas metas. 4月2日 A dificil arte de profissionalizarOlá colegas,
Hoje venho lhes falar um pouco sobre a difícil arte de se profissionalizar, as empresas cada vez mais falam sobre este tema porém são poucas que realmente partem neste sentido. É muito comum esta expressão sair várias vezes da boca de um presidente ou diretor de empresa, mas na prática poucas ações são voltadas para este sentido.
Já vi presidentes que querem se profissionalizar mas que não aceitam relatórios escritos, gráficos e textos bem desenvolvidos nem pensar, ações mais planejadas muito menos, enfim querem fazer tudo como faziam sempre.
Então pra que falar de profissionalismo? Para refletir, vamos falar mais sobre isto.
Colaborem e mandem suas sugestões.
Um grande abraço a todos
Marcelo Dorilêo
4月1日 Não pare no meio do caminho, pois podem passar por cima de você!Boa semana a todos, boas vendas e muito sucessos....
Um grande abraço
Marcelo Dorilêo
Sabe aquela empolgação dos primeiros dias no emprego, do começo do mês ou daquele projeto novo? Ela é ótima, dá um ânimo enorme e muita motivação para superarmos todas as dificuldades e seguirmos em frente. Parece que nada e ninguém poderá nos deter. Mas há algo que acaba nos detendo sim, é a nossa incapacidade de manter a empolgação, o entusiasmo e a motivação para dar continuidade ao que começamos. E assim não aprendemos outro idioma, não perdemos os “quilinhos” desejados, deixamos de fechar a meta e outros muitos projetos morrem no meio do caminho. E por que temos tanta dificuldade de finalizar o que começamos? Pode ser pela dificuldade em dar seqüência, pela descoberta de que não era tão importante para nós ou, até mesmo, pela necessidade de assumir novas responsabilidades. Para evitar que esses motivos nos levem a desistir, é fundamental avaliar a real importância da atividade antes de iniciá-la. Anote os benefícios e vantagens que obterá e guarde para reler quando estiver desmotivado ou quando encontrar dificuldades no meio do caminho. Se for realmente importante, você terá forças para superar os problemas, procurar soluções e buscar ajuda. E, dessa forma, também saberá que, mesmo com novas responsabilidades, é importante continuar o que havia começado antes. Adote esse método em sua vida. Faça isso no início do mês, quando estiver com toda a energia para alcançar suas metas, nas próximas vezes que começar cursos, iniciar projetos ou entrar em um novo emprego. Procure, de tempos em tempos, rever seus compromissos, atividades e, principalmente, a importância que estabeleceu para cada um deles. Assim, poderá identificar se está dando continuidade a tudo que começou. Dessa forma, não fica conhecido como “o que não termina nada que começa” e também evita que outras pessoas cheguem mais rápido e conquistem os resultados que você deixou de conquistar porque parou no meio do caminho. Vamos lá, ainda dá tempo de concluir aquele projeto, terminar o curso de inglês e fechar sua meta este mês. Você só precisar continuar com “aquela” empolgação, motivação e entusiasmo que tinha no início! Motive-se! Um grande abraço para você. Karen Jardzwski Editora-executiva E-mail: karen@motivaonline.com.br |
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