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3月26日 Ezine Venda MaisCaros Amigos, como vou ficar a semana toda fora (Sorriso-MT e Sinop-MT) estarei postando aqui a ezine Venda Mais, onde você poderá ler de forma gradativa durante toda a semana. Boas Vendas e um grande abraço. Marcelo Dorilêo
Temos observado que as empresas de maior sucesso respeitam, consistentemente, os dez mandamentos do treinamento em vendas. Jerry Roden, sócio da empresa de consultoria JRC, diz que esses mandamentos são: 1. Você identificará e atacará primeiro as necessidades de treinamento mais urgentes e imediatas - Para ser eficaz, o treinamento em vendas deve ser baseado na análise realista da performance requerida, isto é, o nível no qual está trabalhando comparado ao que você gostaria que fosse. 2. Você criará um plano de ação - Essencialmente, seu plano de ação deve conter as estratégias a serem adotadas, descrevendo como o treinamento em vendas será organizado, estruturado, desenvolvido e realizado. 3. Você customizará e personalizará ao máximo seu treinamento, com base nas necessidades específicas da sua empresa - Se possível, evite usar pacotes genéricos vendidos por algumas consultorias. Customizar pode ser fácil e básico, bastando para isso criar cenários e/ou situações comuns no dia-a-dia dos seus vendedores. 4. Você fará o treinamento certo da maneira certa - Para treinamentos que visam lidar com situações relativamente simples existem, no mínimo, três áreas que devem ser obrigatoriamente cobertas: técnicas básicas de comunicação, técnicas básicas de vendas, criando cenários para explorar essas técnicas em vendas e comunicação. 5. Você fará o "follow-up" adequado após o treinamento oferecendo o suporte necessário - Os melhores treinamentos de vendas incluem o "follow-up" sistemático no seu plano de ação original, dando assistência e motivação aos "alunos", depois que o treinamento esteja formalmente encerrado. 6. Você integrará firmemente seu treinamento com atividades reais de vendas - Devemos estar sempre atentos para demonstrar, a quem está sendo treinado, a conexão direta entre os conhecimentos aprendidos na sala de aula e como eles podem ser utilizados na prática. 7. Você distinguirá claramente experiências motivacionais de treinamento de vendas - Freqüentemente, os vendedores são "jogados" em um, assim chamado, "treinamento". Na realidade, o que acontece é que eles acabam assistindo a um show de um motivador profissional. Embora não haja absolutamente nada de errado em estimular emocionalmente sua equipe, o que acaba acontecendo é que o pessoal volta para casa e tudo continua igual. 8. Você construirá a ponte entre os programas de treinamento e os objetivos da sua empresa - Treinamentos em vendas terão impacto mínimo se não estiverem totalmente alinhados com as principais prioridades, objetivos e a missão da sua empresa. 9. Você avaliará a eficácia do seu treinamento em vendas - Os melhores programas de treinamento coordenam as necessidades entrelaçadas tanto da empresa e seus departamentos quanto das próprias pessoas envolvidas no treinamento. 10. Você conseguirá apoio visível e palpável, bem como suporte da alta direção para o treinamento em vendas - Sem esse apoio, todos seus esforços serão inúteis! A direção da empresa deve apoiar ativamente, bem como demonstrar, de maneira tangível (através da participação direta e providência de recursos), que valoriza esses esforços. Um grande abraço, Raúl Candeloro http://www.vendamais.com.br ************************************************** Coleção Passos da Venda DE R$ 181,50 POR R$ 162,00! ******************************************************** A Coleção Passos da Venda está completa! Agora são sete livros que abordam temas imprescindíveis para melhorar as suas vendas e garantir o seu sucesso. 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Faça a mesma comparação dos seus aspectos positivos com os seus relatos positivos de venda. ************************************************* Workshop de Gestão em Vendas com Raúl Candeloro ******************************************************* Se você quer encontrar novas estratégias, práticas e ferramentas para ajudá-lo a melhorar a gestão de sua empresa, esse é o treinamento certo. Ligue para (41) 3025-8268 ou envie um e-mail para: mailto:curso@gestaoemvendas.com.br e veja qual a melhor cidade para você participar desse workshop. ******************************************************** 2) Motivação: O vendedor no espelho Acordo, mais um dia. Tentarei fazer dele o melhor de todos. Olho no espelho e já consigo me vender algo, como se comprasse a mim mesmo, em um exercício matinal de auto-estima e autoconfiança. Leio as primeiras informações para ter conhecimento de alguns assuntos e estar apto a gerar idéias e aproveitar oportunidades de contatos com temas de interesse dos prospects ou clientes. Lembro que, sempre que tive oportunidades, foram dias em que acordei extremamente entusiasmado e procurei fazer todas as minhas atividades com excelência. Com o tempo, passei a pensar em que consistia a diferença de as ter em determinados dias e em outros não. Mesmo sem ainda ter absoluta certeza se era ou não a forma de pensar que fazia a diferença, fui me policiando a ver todos os dias como se fossem o meu primeiro ou o único ou o grande dia da oportunidade. (Marcelo Ponzoni, vendedor e publicitário da agência Rae,MP) ************************************************ Kit 7 Passos da Negociação Eficaz ******************************************************** A ferramenta que transforma negociações difíceis em relacionamentos lucrativos! Composto por: 01 DVD; 01 "booklet"; 01 manual de treinamento e 01 minifolder com dicas de bolso. Adquira já o seu! Informações http://www.vendamais.com.br/Shopping/ ou ligue para 4004-0174. ******************************************************** 3) Carreira: Características de um vendedor O palestrante mágico Dalmir Sant'Anna aponta três características importantes do vendedor: 1. Gostar de vender - É fundamental acreditar que o vendedor está inserido no mundo dos negócios, que é dinâmico, estimulante, gratificante e reconhecido. Quando esse profissional é apaixonado pelo que faz, dedica-se a transformar essa profissão em um trampolim para realização pessoal. 2. Conhecimento - Todo vendedor deve buscar o máximo de informações sobre as características e os benefícios do serviço ou produto que oferece ao cliente. Estudar continuamente demonstra vontade e comprometimento. O cliente notará seu interesse e empenho. 3. Emoção - Todo jogador, ao fazer um gol, vibra. O vendedor deve colocar emoção na arte de vender e também vibrar, comemorando cada venda, cada meta superada e cada cliente conquistado. Lembre-se de que um sorriso verdadeiro atrai outros mais. 3月21日 Comunicação: Quando utilizar perguntas fechadasO que fazer quando o cliente é tão falante que não deixa você falar? O consultor Wilson Mileris recomenda que a técnica mais eficiente, nesses casos, é utilizar perguntas fechadas, pois esse tipo de pergunta conduz a conversa. É como se você assumisse o controle do diálogo, dirigindo a negociação para os tópicos do seu interesse. A pergunta fechada tem por objetivo levar o cliente a responder em poucas palavras as suas perguntas. Exemplos de perguntas fechadas: - Quem é o felizardo(a)? - Quem está querendo mais este produto? - Qual é a ocasião especial? - De qual o seu marido gostará mais? - Onde será usado? - Quando você decidiu que teria um? - Como você gostaria que fosse seu sofá novo, escuro ou claro? - Quanto tempo falta para o casamento? 3月16日 Dissemine a arte da gentilezaComo seria bom se, quando acordássemos, já recebêssemos sorrisos, um bom-dia encantador e durante todo o tempo fôssemos contemplados com muita gentileza. Mas o mundo está cheio de pessoas que acham que têm sempre razão, só querem falar delas e fazem mais críticas do que elogios. Sabe qual é o problema? Essas pessoas não conhecem a arte da gentileza. Segundo Winn Claybaugh, autor do livro Seja Gentil, da editora Gente, mesmo sendo difícil a convivência com pessoas desse tipo, precisamos respeitá-las, ouvi-las, mas agir diferente delas, para, quem sabe, ajudá-las. Assim, também, nos ajudaremos. Mas, antes de contribuir para que a gentileza impere, você deve ser gentil consigo. Esse é um dos primeiros conselhos sugeridos por Claybaugh: “Não se pode dar aquilo que não tem. É difícil ser gentil com os outros quando não se é gentil consigo”. Para o autor, as pessoas devem cultivar a auto-estima para que sejam gentis com elas mesmas. Assim, acabam sendo gentil com os outros. A arte da gentileza também é um dos principais temas da edição de março da revista Motivação. Em um artigo exclusivo, Ômar Souki explica que ser gentil é uma questão de prática e, portanto, não devemos desperdiçar as oportunidades de sermos gentis em casa ou no trabalho. “Agindo assim, quando você encontrar seus clientes, estará condicionado a ser gentil. Por isso é importante ser amável com todas as pessoas, para que, em qualquer situação, a sua reação natural seja suave”. Ômar lembra que o mundo está muito corrido, e as pessoas focadas demais em si. “Raramente, alguém pára e oferece um pequeno gesto de carinho para o semelhante. Quando você faz isso, espontaneamente, dá a sua atenção e o seu amor fraterno. Você se diferencia, se destaca e passa a ser lembrado.” Para Ômar Souki e Winn Claybaugh, a gentileza abre portas, garante uma boa imagem e nos faz tocar o coração das pessoas. Eu tenho prestado mais atenção no quanto estou sendo gentil comigo e com os outros e descubro, cada vez mais, como isso faz bem. Então, vou propor uma idéia: que tal você encaminhar esta e-zine para todos os seus colegas, familiares e amigos, sejam eles gentis ou não? Pode ter certeza de que será uma grande contribuição para contagiar as pessoas com a arte de ser gentil. Podemos não conseguir mudar o mundo inteiro, mas devemos e podemos melhorar o nosso. Depois me conte o resultado, combinado? Motive-se! Um grande abraço para você. Karen Jardzwski Editora-executiva E-mail: karen@motivaonline.com.br 3月9日 Aprenda a ErrarVocê vai errar. Não tem jeito. O jeito é aprender a lidar com o erro. O primeiro passo é reconceituá-lo: uma resposta diferente ao que foi planejado não é necessariamente um resultado ruim. Sobretudo, um erro não é mais razão para que se desista de um projeto. Sempre me intrigou a mágica que acontece nos bastidores de algumas convenções: o equipamento que falha, um palestrante que não pôde comparecer, e nos vemos forçados a alterar nossos planos. Ao fim, parece que nada poderia ter sido melhor do que a mudança: Ë como se o incidente tivesse gerasse uma energia e uma criatividade especial... É claro que as coisas não tem de ser assim, mas é preciso deixar uma porta aberta para a criatividade e o élan do improviso à medida que as interações surgem. Este dom pode ser levado para o campo das inovações. Há inúmeros exemplos de produtos bem sucedidos que foram frutos de erros ou do acaso – a maionese, a penicilina e o post it são alguns deles. Há casos também de produtos destinados a um público-alvo que acabaram fazendo sucesso junto a outros públicos, como os caixas eletrônicos nos EUA: destinados inicialmente a executivos, acabaram sendo utilizados acima de tudo por imigrantes que não falavam bem o inglês. E qual é afinal esta nova forma de lidar com o erro? Seguem algumas dicas: Planeje sempre. Além do plano B e do plano C, mantenha um estado de alerta permanente para os resultados. Preocupe-se não apenas em acertar, mas em aprender extrair as lições do imprevisto. Se não servirem para um projeto atual, servirão para o próximo. Previna-se. Faça uma lista das possíveis conseqüências favoráveis e desfavoráveis. Não pense em soluções perfeitas, mas sim naquelas cujos benefícios valem à pena. Divida as conseqüências ruins em reversíveis e irreversíveis. Prepare-se para administrar as primeiras e evitar as segundas. Diferencie Erro de Surpresa. Não considere errado tudo o que for diferente do planejado. Procure as oportunidades embutidas nas surpresas. Provavelmente você as encontrará. Improvise – Desenvolva e utilize esta habilidade. Ela é fundamental, principalmente quando se lida com pessoas. Não adianta exigir os comportamentos que você gostaria de presenciar. Pelo contrário, reconheça que as respostas dos outros são tesouros para seu aprendizado. Erre sim. Erre muito, mas erre bem. Assim você garantirá seus acertos. Gisela Kassoy 3月7日 Personalidade e RemuneraçãoUm dos erros dos gerentes de vendas na hora de contratar alguém é se deixar levar pelo fator “fui com o jeito” do candidato. Na maioria das vezes, isso significa contratar pessoas parecidas com o próprio gerente o que, em pouco tempo, acaba diminuindo a competitividade da empresa. Primeiro: muita gente boa fica de fora; depois, existem clientes de todos os tipos. Por que arriscar falar com vendedores de só um tipo? 3. Teste sempre – Caso um vendedor na sua empresa precise ficar muito tempo ao telefone, faça com que a única maneira aceitável de entrar em contato com você a respeito da vaga seja por telefone. Assim, será fácil perceber quem tem mais ou menos habilidade com o aparelho. Caso seus vendedores tenham de se comunicar muito por escrito com clientes, peça que escrevam algo de próprio punho durante a entrevista. Fique de olho em erros ortográficos ou em frases mal-estruturadas. 4. Não perca tempo com questões estranhas – A não ser que você seja um psicólogo formado que decidiu ser gerente de vendas ou que esteja cursando o último ano de psicologia à noite, esqueça perguntas do tipo “se você fosse um animal que animal seria e por quê?”. É melhor investir em questões sobre o dia-a-dia e pedir que ele dê exemplos de boas relações comerciais que cultivou, entre outras. Isso é material que você pode analisar. Embalagem, ferramenta de marketingGazeta Mercantil
São Paulo, 26 de Fevereiro de 2007 - Segmento, que movimenta R$ 33 bilhões por ano, ganha força para fixação de marcas. Com a concorrência acirrada e os produtos cada vez mais semelhantes em razão da similaridade da tecnologia utilizada pelos fabricantes, é preciso um esforço adicional para a fixação de uma marca no mercado. Mas nem todos os empresários têm condições de bancar campanhas publicitárias, assim, outras ferramentas de marketing começam a ser exploradas. Entre elas está a embalagem, que até há bem pouco tempo era vista apenas como uma forma de acondicionar e proteger mercadorias, apesar de movimentar aproximadamente R$ 33 bilhões por ano.
Segundo o professor e coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Fábio Mestriner, cerca de 90% dos produtos que estão expostos nos supermercados não têm apoio de comunicação, como campanhas, anúncios e promoções. "Nem mesmo as grandes empresas, como a Nestlé, por exemplo, têm esse tipo de apoio para todos os seus artigos. Em muitos casos, a embalagem se encarrega de ser o único veículo de marketing do produto", afirma.
Mestriner destaca que a embalagem passou a ser uma ferramenta de marketing a partir do surgimento dos supermercados, com as mercadorias expostas e à disposição da escolha do comprador. "Antes disso, era o vendedor que fazia a propaganda dos produtos."
Segundo estudos da AC/Nielsen, a inovação que traz benefícios ao consumidor - por exemplo, uma embalagem prática - aumenta em 73% as chances de sobrevivência do produto, já que no Brasil, 80% dos lançamentos saem do mercado em dois anos, sem contar que é mais fácil inovar na embalagem do que no produto. "O setor de embalagens no Brasil tem nível internacional. Tanto que 18 das 20 maiores indústrias de embalagens do mundo estão presentes no País. Além disso, exportamos US$ 400 milhões ao ano em embalagens vazias", informa Mestriner.
O professor afirma que a cada dia, a embalagem torna-se um fator mais importante no processo de avaliação do produto, uma vez que o consumidor não separa a embalagem do conteúdo. "O marketing se volta para a embalagem, que tem um investimento baixo e que precisa ser feito de qualquer maneira."
Entre as estratégias em prática atualmente está a de copiar a embalagem do concorrente. "A linguagem da categoria em que o produto compete é ditada pelo líder de vendas. A empresa que se encontra em quarto ou quinto lugar usa a cópia como recurso para permanecer ou subir de posto. Por exemplo, na categoria leite condensado, o Moça (Nestlé) sempre foi líder. Em 1989, a Mococa inovou e colocou a foto de um pudim no rótulo. A iniciativa foi um sucesso e, hoje, todas as marcas do produto usam fotos de pudins."
Concorrência e resultados
Concorrência demais também pode trazer bons resultados, diz o professor. "No caso dos atomatados, o consumidor não consegue entender mais esse mercado, que tem desde extrato de tomate até molhos prontos em vários sabores. Essa é uma oportunidade para que um concorrente, que esteja em quinto lugar em vendas, inove e chame a atenção."
"Outro caso de sucesso também vem da Mococa, que em 1991, inovou na concorrência com a farinha láctea Nestlé, que tinha 500g e estava associada a suplementos alimentares. Lançou a lata de 400g e posicionou a marca para o público infantil. Com isso, abocanhou 20% do mercado que era da Nestlé", acrescenta Mestriner.
O professor cita ainda outro exemplo de reposicionamento de produto por meio da embalagem. "A fabricante de papel Ripasa era associada a material de papelaria. Em 1998 incorporou à embalagem a linguagem dos computadores e hoje é conhecida como suplemento de informática", comenta.
A embalagem é o principal diferencial dos produtos e fator decisivo na hora da compra. Oferecer praticidade e conveniência são os atributos mais desejados. Assim, embalagens ditas "invioláveis até mesmo para o consumidor" resultam em rejeição. "O mesmo acontece quando um fabricante ‘copia’ o concorrente, mas deixa a desejar em qualidade. O consumidor, se sentindo lesado, deixa de comprar a marca", explica Mestriner.
Objeto de estudo
O avanço no papel da embalagem como ferramenta de marketing ganhou um núcleo de estudos na ESPM. "O Núcleo de Estudos da Embalagem é recente, foi fundado no segundo semestre do ano passado. Nosso objetivo é estabelecer um ponto de referência para o mercado brasileiro para a questão da embalagem do ponto de vista mercadológico", diz Mestriner.
O professor acrescenta que o Núcleo visa capacitar e formar gestores para o setor, com foco no conceito de inteligência de embalagem composto por: design, inovação, embalagem como ferramenta de marketing e veículo de comunicação. "Estamos fazendo uma pesquisa, em conjunto com a GFK Indicator para diagnosticar como está organizada a gestão de embalagens hoje em todo o País. Vamos apresentar os resultados durante o 1º Fórum Internacional de Gestão Estratégica de Embalagem, que acontecerá no segundo semestre", finaliza Fábio Mestriner.
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