Marcelo 的个人资料CONSULTORIA COMERCIAL照片日志列表更多 工具 帮助

日志


12月21日

Visão é a Essencia da Liderança

por Prof. Menegatti

» Em 1774, um líder chamado John Adams audaciosamente anunciou sua visão de uma nova nação: uma união de 13 estados independentes do parlamento inglês e do rei da Inglaterra. Em menos de dois anos, contrariando todas as probabilidades, suas palavras se tornaram realidade e nasciam os Estados Unidos da América.

» Em 23 de outubro de 1906, Santos Dumont foi o primeiro a decolar a bordo de um avião, impulsionado por um motor aeronáutico, cumprindo um circuito preestabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e da população parisiense. Santos Dumont voou cerca de 60 metros e a uma altura de dois a três metros com seu 14-Bis, no Campo de Bagatelle, em Paris.

» No início do século XX, Henry Ford, um dinâmico industrial, fez do transporte automobilístico algo acessivel às famílias típicas americanas. Alguns anos depois, milhões de automóveis Ford modelo T haviam sido vendidos a um preço de 290 dólares cada.

» Em 1972, Phil Knight, começou uma paixão e uma desilusão. A paixão, que ele ainda mantém, é pelo esporte. Knight tinha, aos 20 anos, um futuro promissor no atletismo. A desilusão ficou por conta da qualidade dos tênis de corrida disponíveis no mercado e a dificuldade de se adaptar a eles. Então, Knight resolveu se dedicar à fabricação de modelos que melhorassem o desempenho dos atletas. Assim nasceu a Nike.

O que esses homens tinham em comum? Visão. A mais poderosa arma que os líderes possuem para a transformação do mundo. Todos tinham um ideal irresistível. Não existe liderança sem visualizar seus ideais. A visão e a paixão estão totalmente acopladas e indissociáveis à vida de um líder.


Notícias direto do New York Times, gols do Lance, videocassetadas e muitos outros vídeos no MSN Videos! Confira já!
12月20日

Como Vencer a Concorrência

*Por Tom Coelho

Não sejamos hipócritas. Esta estória de que concorrência é saudável porque estimula o desenvolvimento e combate o imobilismo é filosoficamente bela, mas não retrata a realidade.

Frédéric Bastiat, economista francês do século XIX e grande defensor do livre comércio, dizia: “Destruir a concorrência é matar a inteligência”. Pois então que morra, neste caso, a inteligência! Qualquer empresário ou gestor há de concordar que concorrência boa, é concorrência morta.

É por isso que o mundo corporativo tem sido marcado por fusões e aquisições, com a formação de grandes grupos econômicos. Tome-se como exemplo o setor bancário. Chama menos atenção a redução do número de instituições financeiras, o que não seria uma medida estatisticamente adequada, mas a concentração do patrimônio líquido, dos depósitos e do crédito entre os quinze maiores bancos do país.

As grandes companhias buscam o caminho dos ganhos de escala e da redução de custos operacionais, princípios econômicos legados da Era Industrial. É uma forma de debelar a concorrência absorvendo-a (aquisição) ou aliando-se a ela (fusão). Mas fica a pergunta: e quanto às pequenas empresas?

Firmas de pequeno e médio porte têm uma natural vocação autofágica. Em outras palavras, digladiam-se por um pedaço de osso como se fosse carne de primeira. Chegam até mesmo a praticar dumping (vender abaixo do preço de custo) para evitar que o vizinho ganhe o pedido. Cooperativismo e associativismo são palavras ausentes do vocabulário – e do dicionário – da maioria dos empresários. É uma questão cultural alicerçada num modelo mental ultrapassado: cada um que cuide de seu terreiro.

Houve uma época em que bastava produzir o que fosse para surgir um comprador. Outro economista francês, este no final do século XVIII, Jean-Baptiste Say, cunhou uma lei de mercado que dizia: “Toda oferta cria sua própria demanda”. Sua assertiva teve vida longa, a ponto de Henry Ford declarar no auge da produção de seu veículo Modelo T: "Você pode ter o carro da cor que quiser, contanto que ele seja preto".

Mas os tempos áureos sucumbiram em 1929 com a Grande Depressão. O impacto econômico foi tamanho que, nos Estados Unidos, a taxa de desemprego saltou de 9% para 25% em apenas três anos.

Hoje vivemos um período de comoditização ampla, geral e irrestrita. Os produtos são todos muito parecidos em funcionalidade. E os consumidores dão as cartas, reinando no trono da infidelidade e com elevado poder de barganha.

O sofrimento é ainda maior no comércio que na indústria. Basta caminhar em São Paulo, por exemplo, pela Teodoro Sampaio dos instrumentos musicais, a Consolação dos lustres, a Santa Ifigênia dos eletrônicos ou simplesmente as praças de alimentação de qualquer shopping center para sentir na pele e na veia a ferocidade da concorrência. O que fazer?

 

1. Cuide do visual. O jogo começa na aparência que conduz à sedução. É o marketing de percepção. Você precisa captar a atenção do cliente para que ele escolha, entre as inúmeras alternativas, o seu ponto. Isso envolve a fachada, o letreiro e até mesmo o nome do estabelecimento. Os trajes dos atendentes, a pintura das paredes, a limpeza do piso, o índice de luminosidade, a organização dos produtos expostos e a facilidade de acesso a eles. Perceba que as mesmas regras aplicam-se a uma loja virtual. Neste caso, falamos de um site de fácil navegação, com diagramação e cores agradáveis, ágil na transição de páginas, amigável na busca por produtos.

2. Treine seu pessoal. Considerando-se que os produtos são similares e, portanto, facilmente comparáveis, o único canal possível de diferenciação é o da prestação de serviços. A palavra de ordem agora é “atendimento”. Não apenas um atendimento bom, mas sim um excepcional, prestado por uma força de vendas que antes de tudo conhece em profundidade o que está ofertando. É a chamada “venda consultiva” que compreende necessidades, orienta sobre tipos e modelos, instrui com foco na adequação e assiste através do pós-venda promovendo a fidelização.

3. Tenha o produto disponível. Parece óbvio, mas esta é uma das grandes falhas de gerenciamento no ponto de venda. Imagine ter atraído o consumidor para sua loja e tê-lo presenteado com um atendimento exemplar. Após analisar todas as possibilidades ele escolhe um produto que está esgotado. Era o modelo perfeito de calçado, mas não na cor desejada. Era o prato ideal para o almoço, mas sem o molho preferido. Você terá o desprazer de ver seu cliente, igualmente frustrado, sair pela porta afora de mãos vazias – mas agora seguro do que pretende comprar, evidentemente em seu concorrente. Portanto, mantenha um estoque de segurança. E se você não dispõe de espaço ou capital para tê-lo, é preferível reduzir a gama de produtos oferecidos ou especializar-se em um grupo específico. Se você não é o primeiro e nem o maior, seja o melhor no que se propõe a fazer.

4. Crie diferenciais. Além do excelente atendimento, seja criativo nos detalhes e tenha a inovação como lema. Promova campanhas e concursos, crie bônus por fidelidade, escute e surpreenda seus clientes com novas soluções integradas. Propicie condições variadas de pagamento estabelecendo, por exemplo, parceria com instituições financeiras. Vivemos uma onda de crédito abundante e facilitado, ainda que caro, mas que permite adquirir bens para pagamento em longo prazo mediante suaves prestações mensais. Você não precisa assumir o ônus dos riscos do financiamento. Não é este o seu negócio. Mas uma financeira fará este papel com todo prazer.

5. Diga não à guerra de preços. Venda benefícios associados aos produtos, desviando o foco do preço. A regra é vender valor e não preço. Por isso a importância do atendimento, inclusive no pós-venda, além da oferta de acessórios, de assistência técnica permanente e de condições diferenciadas de pagamento, conforme já mencionado.

6. Em guerra deflagrada, lute para ganhar. Jamais se esqueça de que você está em guerra permanente com seus concorrentes. Esteja, pois, preparado. Conheça bem, e de perto, seus concorrentes. Visite-os ou coloque alguém para visitá-los. Telefone para monitorar a qualidade do atendimento. Pesquise preços. Descubra seus pontos fortes e os copie. Descubra seus pontos fracos e guarde as cartas na manga. Contrate seus melhores funcionários. E, fundamentalmente, inove. Torne-se único a ponto de tornar a concorrência irrelevante. Mas lembre-se: eles podem estar fazendo exatamente o mesmo em relação a você.


* Tom Coelho, com formação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Infinity Consulting, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.


Veja mapas e encontre as melhores rotas para fugir do trânsito com o Live Search Maps! Experimente já!

12月15日

Simplifique em vez de complicar

Enfrentamos muitas situações difíceis, mas, na maioria das vezes, somos nós que complicamos o que pode ser simples ou não conseguimos descomplicar o que é realmente difícil de ser resolvido.

Charles Mingus, um músico americano, disse uma famosa frase que define bem isso: “Tornar o simples em complicado é fácil, tornar o complicado em simples é criatividade”. Parece automático: toda vez que algo ruim acontece ou temos uma dúvida, a gente logo pensa nas dificuldades em resolver aquilo. Você já reparou que até a expressão facial e corporal ficam totalmente negativas nessas horas? A gente faz aquela cara de “ai meu Deus, e agora?”.
Se você entra na rua errada, já vem à mente o transtorno da possibilidade de estar perdido. Mas acaba esquecendo que tem um guia de ruas/mapas dentro do carro ou um guarda de trânsito logo à frente que pode ajudá-lo. E no trabalho, liga aquele cliente muito irritado e diz que não recebeu o produto comprado. Você já começa a se perguntar por que tem o poder de atrair problemas e nem se dá conta de que, com criatividade e boa vontade, pode resolver a situação do cliente, realizar um ótimo atendimento, deixando-o satisfeito e até instigado a comprar mais.
Ou seja, como quase tudo na vida, é a nossa postura diante do que acontece que define os resultados que obtemos. Por mais complicada que seja a situação, quase sempre existirá uma solução. Basta olhar de uma maneira diferente, agir com criatividade e pensar em novas possibilidades. O primeiro passo é não fazer cara de coitado e, depois, tentar simplificar o que parece difícil.
Para você não esquecer disso, lembre-se do que disse Charles Mingus e, se quiser, pode ter essa frase, junto a uma bela imagem como papel de parede em seu computador. Acesse o site: www.motivaonline.com.br e clique em Papel de Parede. Assim, você sempre lembrará de simplificar as coisas!

Karen Jardzwski
Editora-executiva



Notícias direto do New York Times, gols do Lance, videocassetadas e muitos outros vídeos no MSN Videos! Confira já!
12月13日

Erros comuns de atendimento

Olá, Marcelo Dorilêo.
Não sei se me tornei um consumidor muito chato por trabalhar na Liderança e na VendaMais, mas gostaria de repartir alguns erros de atendimento pelos quais passei, ao tentar trocar meu celular por um novo. Após reclamar da demora no atendimento, a pessoa que me atendeu disse: “É que estão todos ocupados, sou o gerente, tenho outras obrigações para fazer e mesmo assim vou atender o senhor”. Sem cumprimentar, sem pedir desculpas, sem sorrir, sem nada. Como se falar com um cliente fosse um grande favor que aquela pessoa fazia. Além de que, o atendimento prestado limitou-se a papaguear as características de alguns modelos que satisfaziam minha necessidade. Terminou com “o senhor pode saber mais sobre esse modelo no site do fabricante”. Ou seja, em uma frase, a pessoa conseguiu:
» Sugerir que o cliente saísse da loja sem decidir nem comprar nada.
» Mostrar que não estava tão bem preparada e que conhecia pouco os modelos.
» Desperdiçar todo o poder de influência e sentido de urgência que um vendedor, ali, no balcão, tem, o que é muito superior a qualquer outra ação/publicidade que a empresa pode oferecer.
Quando escrevi à operadora para reclamar, ela disse que se tratava de um caso isolado, e que eu poderia voltar à loja e aproveitar a promoção que, por sinal, acabava naquele dia.
Eu me pergunto: que promoção? O tal gerente não mencionou, em nenhum momento, uma promoção que estava para terminar – talvez o argumento mais banal que existe.
Tais falhas em vendas são inadmissíveis no caso de quem está começando na profissão, pois o treinamento inicial deveria suprir esses princípios, principalmente com alguém que deve liderar uma equipe de vendas. Se o local estava mesmo cheio de clientes e prospects, seria mais um motivo para o gerente mostrar aos outros vendedores como eles deveriam se portar.

O gerente e líder de vendas, nessa ocasião, devem ser o padrão no qual os outros vendedores se espelham. Deveria ter aproveitado e mostrado as vantagens que eu teria ao comprar um telefone/PDA mais avançado. Devia ter sorrido e feito com que o cliente saísse da loja com um telefone novo e com a satisfação de uma boa compra, em vez de sair frustrado e com mais dúvidas do que entrou.
Não permita, Marcelo Dorilêo, que você e sua equipe de vendas se esqueça do que é mais básico na profissão. Sim, negociações complexas requerem toda atenção e estudo. Todavia, o vendedor não é diferente de um neurocirurgião, que pode realizar a mais complexa das cirurgias no cérebro e nunca esquecerá de checar se o paciente continua respirando.
 
Abraço e até a semana que vem.

 
Brasílio Andrade Neto
Editor da Newsletter Liderança



Receba GRÁTIS as mensagens do Messenger no seu celular quando você estiver offline. Conheça o MSN Mobile! Crie já o seu!
12月11日

Mensagem para o Ano Novo

Hoje, decidi postar somente uma frase:
 
Esta frase sintetiza todo o trabalho que tenho pela frente no meu novo desafio....
 
Sucessos para todos vocês:
 
"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e
de repente você estará fazendo o impossível."
 

São Francisco de Assis


Encontre o que você procura com mais eficiência! Instale já a Barra de Ferramentas com Windows Desktop Search! É GRÁTIS!
12月10日

Inteligencia e Potencial para empreender

Leila Navarro

Na última década tivemos livros, entrevistas e uma série de informações sobre a inteligência emocional. Depois dela também tivemos mais informações sobre as inteligências múltiplas. Como estamos em evolução contínua, já se constatou que o QI (Quociente de Inteligência) aumentou ao longo dos anos, passando de 100 para 112. Logo depois, descobriu-se que o seu tamanho não era mais diretamente relacionado à probabilidade de alguém conseguir sucesso na vida. Seu lugar passou a ser ocupado pelo QE (Quociente Emocional).

Recentemente, pudemos acompanhar, através dos principais veículos de comunicação, a informação de que pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, conseguiram comprovar que pensar negativo faz mal à saúde. Nada diferente do que a cultura popular e filosofias orientais já ressaltam há séculos, e que nós mesmos acabamos por vivenciar em diversos momentos de nossas vidas.

Aproveito a deixa de Daniel Goleman, já que temos as inteligências emocional e múltipla, por que não a inteligência empreendedora? E por que não um QEP (Quociente Empreeendedor)? Se o QE é composto pelo autoconhecimento, persistência, automotivação, percepção dos demais indivíduos, bom relacionamento interpessoal, etc., o QEP alia todos esses fatores mais potencial criativo e inovador, visão e bom senso apurados para localizar oportunidades e soluções.

Gostaria de salientar o potencial e a inteligência das pessoas com perfil e comportamento empreendedor. Eu, como empreendedora, acredito na inteligência plena que é a de cada uma de nossas células. Todo o seu corpo, todo o seu ser estão interligados e devem estar conectados e comprometidos com o mesmo objetivo.

Nessa pesquisa americana, identificaram que as pessoas pessimistas apresentam maior nível de atividade no lado esquerdo do cérebro, diretamente ligado aos pensamentos negativos, e que as atividades do lado direito estão ligadas aos pensamentos positivos.

Como citei acima, acredito que o nosso corpo tem de estar na mesma sintonia, assim como o lado esquerdo e o direito do cérebro. O esquerdo apresenta o lado difícil da vida, evidenciando os problemas. O direito apresenta soluções, o quanto é fantástico utilizar nosso potencial, a nossa inteligência para transformar, criar e inovar. A principal causa dos nossos problemas, inseguranças e medos está dentro de nós mesmos, nos nossos pensamentos e crenças. Mas a melhor maneira de lidar com eles e a solução para nossos males estão dentro de nós!

Está mais do que claro que o sucesso passa por saber como gerenciar o capital intelectual e as habilidades presentes em cada um. Isso é aumentar o potencial humano para agir, decidir, fazer a diferença e inovar diante de mudanças, tendências, necessidades e problemas.

É um tema que abordo em minhas palestras, porque não há como ser diferente. Seu negócio, sua carreira, sua vida começam e terminam em você. Dá para notar no comportamento de um empreendedor o quanto ele tem consciência do todo. Ele é um indivíduo que respira entusiasmo pela vida, por concretizar idéias, por realizar sonhos, entusiasmo por mostrar e comprovar suas competências e habilidades.

Para isso maximize seu potencial. Tenha consciência de que a qualidade do seu trabalho, das suas habilidades está comprometida com a qualidade da sua vida. Os primeiros dez minutos do seu dia correspondem a 80% da qualidade e produtividade que seu dia terá. Ou seja, para otimizar sua inteligência, seu talento, você tem de começar bem o seu dia, com pique, disposição, com aquela felicidade e orgulho que você sentiu no primeiro dia do seu emprego, no primeiro dia em que você vendeu o seu produto ou serviço, ou ainda quando iniciou o seu negócio. Procure nos seus registros emocionais e mentais essa deliciosa sensação; pense nela assim que acordar.

E lembre-se: pessoas inteligentes falam sobre idéias; pessoas comuns sobre coisas; pessoas medíocres sobre pessoas.


Receba as últimas notícias do Brasil e do mundo direto no seu Messenger! É GRÁTIS! Assine já!
12月8日

Pense diferente

por Fernando Oliveira


Em sua opinião, o que é ser criativo? Criar uma obra de arte? Escrever um best-seller? Compor uma ópera? Para a maioria das pessoas, a criatividade não é algo que faça parte de suas vidas. Muitos acreditam que não são criativos, porque “aprenderam” que não são. Pude comprovar esse fato recentemente, quando em uma de minhas palestras, perguntei para uma sala com 200 pessoas, quem se considerava criativo e apenas três pessoas levantaram a mão.

Por que isso acontece? Quais são as crenças que nos fazem acreditar que jamais poderemos ser como Mozart, Shakespeare ou Einstein? A resposta é que nosso sistema de ensino não tem o objetivo de ajudar as pessoas a pensar diferente. Aprendemos desde cedo que se quisermos viver bem em sociedade, precisamos ser parecidos com os outros e aceitar as regras da vida.

Ser criativo ou ser diferente chama atenção, e as pessoas não estão dispostas a serem consideradas as “esquisitas” da sala de aula. É melhor ser parecido com o resto da turma, pensar igual a todos, ajudar na hora de fazer amizades e ser aceito. Mas a verdade é que os “esquisitos” da sala, é que estão ditando as regras no mercado corporativo. Veja o pessoal do Google e do YouTube, por exemplo.

Ser diferente, hoje em dia, é pré-requisito para quem quer encontrar seu lugar ao sol, no mundo corporativo ou fora dele. Daniel Pink, em seu livro A Revolução do Lado Direito do Cérebro, diz que estamos entrando em uma nova era: a era conceitual, na qual todos devemos nos tornar livres artistas pensadores.

O primeiro passo para entrar nessa nova era é vencer a crença de que a criatividade é para poucos, e de que não tem nada a ver com a sua vida. Acredite, você é criativo! Ou pelo menos era quando criança, e deixou de usar seus talentos para seguir as regras de outras pessoas. Steve Jobs da Apple Inc., aprendeu a criar suas próprias regras. Albert Einstein desafiou o mundo com suas teorias. E você? Quais são as regras obsoletas que você insiste em seguir? Quantas idéias novas você tentou colocar em prática nesta semana?

Fazer novas perguntas a si mesmo é a melhor forma de encontrar novas respostas que o farão progredir. Assim fazem os empreendedores, sempre se perguntam como criar “a nova onda” que vai revolucionar o mercado. Por que não você? O mundo precisa de pessoas criativas e inventivas. Saia da caixa, quebre-a e liberte sua mente de regras que já não funcionam mais.

Ser criativo exige que você tenha vontade de aprender coisas novas todos os dias, e que nunca pare para duvidar da sua própria capacidade de encontrar soluções.

Eu acredito em você e em sua capacidade de se superar, de evoluir, de fazer diferença no mundo. Sucesso!


Veja mapas e encontre as melhores rotas para fugir do trânsito com o Live Search Maps! Experimente já!
12月6日

Mais uma do Eugênio, muito bom. "Como Administrar com sucesso uma empresa"

por Eugênio Sales Queiroz

Já foi-se o tempo em que administrar uma empresa precisaria apenas de capital de giro e competência. Os tempos mudaram e as exigências são outras.

Como a concorrência sempre inova e busca se sobressair, faz-se necessário que o gestor, administrador de toda e qualquer empresa, possa investir sempre em:

1. Conhecimentos – porque tudo muda o tempo todo.

2. Novas habilidades – porque o cliente exige isso de toda empresa.

3. Competências duráveis – pois fazem toda a diferença.

4. Soluções práticas – porque o cliente moderno não perdoa a demora da empresa em resolver problemas.

5. Inovação – pois é o que mais o cliente deseja.

6. Criatividade – outra característica importante para o cliente, pois com ela tudo pode ser resolvido de forma mais dinâmica e rápida, satisfazendo, assim, as necessidades do cliente moderno e exigente.

7. Valor agregado – outro diferencial notado pelos clientes mais experientes e que gostam de levar vantagem em tudo o que compra.

8. Flexibilidade – pois empresas rígidas não conseguem sobreviver muito tempo.

9. Motivação e compromisso – pois uma equipe desmotivada e sem compromisso perde uma excelente oportunidade de encantar e realizar todas as vontades e exigências do cliente.

Pense nisso e sucesso sempre.


Encontre o que você procura com mais eficiência! Instale já a Barra de Ferramentas com Windows Desktop Search! É GRÁTIS!
12月3日

A motivação como diferencial competitivo

por Eugênio Sales Queiroz


  É fácil perceber a diferença entre uma pessoa que obtém sucesso em sua vida pessoal e profissional e uma pessoa que não consegue ir muito longe. A diferença está na motivação que cada um tem dentro de si.

Creio que todos nós já nascemos com uma motivação em nosso íntimo, mas, com o decorrer dos anos, precisamos enfrentar inúmeros desafios. No entanto, durante os momentos de “crise” pessoal ou mesmo profissional, muitos acabam destruindo a sua automotivação e passam a se sentir sempre prejudicados; passam a não mais sentir forças suficientes para seguirem em frente.

Já a pessoa que consegue manter a motivação interior, mesmo diante de grandes desafios, consegue vencer mais, e essa mesma motivação o ajuda a criar oportunidades de sucesso.

Em tempos de competição acirrada e feroz, o ser humano que conseguir se automotivar constantemente, terá, sim, um diferencial competitivo que o ajudará a ter mais força e equilíbrio emocional nos momentos mais difíceis a serem enfrentados.

Se você, amigo leitor, nesse momento, está passando por alguma dificuldade, em qualquer que seja sua área de atuação, faça uma análise da sua vida até aqui e procure lembrar-se dos sucessos que você já alcançou. Agindo assim, você estará injetando uma dose especial de ânimo para enfrentar essa sua dificuldade do momento.

Afinal, você pode muito mais do que já conseguiu até aqui.


Veja mapas e encontre as melhores rotas para fugir do trânsito com o Live Search Maps! Experimente já!
12月1日

Tudo como sempre

por Eduardo Zugaib

Despertou e abriu os olhos como sempre. Espreguiçou-se como sempre. Para dar sorte, colocou primeiro o pé direito no chão, como sempre. Levantou-se como sempre. Pegou o jornal na garagem e abriu-o sobre a mesa como sempre. Leu as “figuras” por cima, procurou alguma nota a respeito do seu time, como sempre.

Entrou no banheiro, fechou a porta, fez lá o que devia, tudo, tudo como sempre. Pegou o creme de barbear e o pincel, fez a espuma sobre o rosto no mesmo sentido de sempre. Raspou a barba como sempre, da esquerda para a direita, de baixo para cima e, por último, na diagonal. Tudo na mesma ordem de sempre. Entrou no banho e ensaboou-se como sempre. Enxaguou-se e enxugou-se como sempre. Vestiu o roupão, saiu do banheiro e se trocou, seguindo o mesmo ritual. Tomou café como sempre. Beijou mulher e filhos como sempre.

Entrou no carro, sintonizou a emissora de sempre e saiu dirigindo, pelo mesmo caminho de sempre. Esquinas, cruzamentos, praças, tudo igual, tudo como sempre. Chegou ao trabalho, parou o carro na mesma vaga, no mesmo ângulo de sempre. Deu um bom-dia geral e fez alguns cochichos, como sempre. Sentou-se no seu lugar, como sempre fizera. Espalhou suas coisas sobre a mesa, da mesma forma desde o primeiro dia em que estivera ali, já há alguns anos.

Ao meio dia em ponto levantou-se e saiu para almoçar. Voltou às 13 horas e ficou até às 17 horas. Minto: até às 16h50. Como sempre, ficou dez minutos em frente ao relógio. Assim que o ponto sinalizou o fim do expediente, bateu seu cartão como sempre. Dirigiu-se até o estacionamento. Abriu o carro, entrou e sentou, tudo como sempre havia feito.

Dirigiu, pelo mesmo caminho de sempre, de volta ao lar e à hipnose da TV. Tomou banho e jantou como sempre, despachou-se no sofá da sala, correu os olhos na programação, começou a piscar duro e dormiu torto, babando no pijama como sempre. Acordou horas depois, já no final do último jornal da noite. Foi para a cama do mesmo modo, como todo santo dia.

Deitou-se como sempre, adormeceu. Tudo igual, padronizado, encaixotado como sempre. Passou a vida toda como sempre, com apenas um detalhe curioso: queixando-se a todo instante que ela não mudava nunca. Espere aí... será que é vida que tem de mudar? Ou somos nós?



Encontre o que você procura com mais eficiência! Instale já a Barra de Ferramentas com Windows Desktop Search! É GRÁTIS!