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1月30日 Preço BaixoHá um grande interesse sobre a extrema preocupação de gerentes e vendedores com o tal do "preço baixo". Mas, hoje, existe muita gente indo bem no mercado, mesmo sem ter de tirar toda a sua margem e vender pelo preço mais baixo. São empresas que se diferenciam agregando valor ao que vendem, prestando serviços, atendendo de forma excepcional, etc. Ou seja, o preço baixo é apenas um dos componentes de uma grande fórmula. É tolice achar que apenas uma variável fará com que você consiga agradar todos ao mesmo tempo (e preço baixo também significa margem baixa, ou seja, a única maneira de ganhar dinheiro é com giro alto - e, muitas vezes, esse não é o caso). Por isso, acho importante analisarmos alguns fatores que estimulam, ou não, a lealdade de seus clientes. Vejamos: 1. Preço 2. Localização 3. Atendimento 4. Moda 5. Costume 6. Benefícios extras 7. Monopólio 8. Marca forte e qualidade 9. Satisfação Sempre que você for analisar o caso de uma pessoa de sucesso, na área que for - trabalho, vida, esporte, religião, etc. -, verá que existiu alguém que ajudou nos momentos críticos, que ficou ao seu lado quando todos foram embora, que lhe estendeu a mão quando o resto do mundo virava a cara. É esse tipo de relacionamento que faz a vida de vendedor valer a pena - e não só do ponto de vista financeiro. A vida é muito mais agradável quando conseguimos nos rodear de pessoas motivadas e leais, com as quais sabemos que podemos contar sempre que for necessário. Sei que não é possível o tempo inteiro, mas o nosso papel como profissionais de vendas é conseguir criar exatamente esse tipo de relacionamento com o cliente. Com alguns será pelo dinheiro, com outros pela amizade, com outros pelas duas coisas juntas. Essa lealdade, porém, não é conquistada com tapinhas nas costas, cafezinhos e cartões de natal. Ela é duramente conquistada, no dia-a-dia, com pequenos detalhes que nos diferenciam da concorrência. Um grande abraço, Raúl Candeloro http://www.vendamais.com.br 1月28日 Não torça contraTorcer a seu favor é o primeiro passo para que as coisas corram bem. Depois, existem as outras etapas, mas essa primeira é fundamental. E, muitas vezes, não conseguimos o que queremos justamente por errar nesse ponto. Quando você vai visitar, ligar ou atender um cliente, por exemplo, seu pensamento é o de que fará uma pequena ou uma grande venda? Muitas pessoas preferem não pensar em uma grande venda pelo medo da decepção que terão, caso vendam pouco. É verdade, isso acontece. Em vez de esperar que uma viagem seja maravilhosa, nós preferimos pensar que vai ser mais ou menos só para não gerar grandes expectativas e nos frustrarmos, caso não seja exatamente o que esperávamos. Muitas vezes, fazemos isso sem perceber. Mas pensando que não vai dar certo ou que vai ser mais ou menos, estamos nos sabotando, torcendo contra nós mesmos. Na revista Motivação de janeiro, o dr. Lair Ribeiro, em uma entrevista exclusiva, explica que pensar positivo não resolve todos os problemas, mas é fundamental, pois ajuda a manter a confiabilidade da oportunidade. “Se você não confiar, não vai acontecer porque não fará nada para que dê certo. Já se acreditar, desenvolverá ações para que isso se realize.” Ele revela que chegou à conclusão de que com o pensamento positivo o número de vezes que as coisas acontecem do jeito que esperamos é mais freqüente. “Estou garantido estatisticamente que pessoas mais otimistas conseguem mais na vida. Porque fazem mais coisas, conseqüentemente, obterão melhores resultados.” Pense nisso e procure se policiar para sempre torcer a seu favor. Todas as vezes que for vender, resolver um problema ou fazer uma viagem, espere o melhor. Pois dessa forma você também vai se preparar e se planejar para que as coisas aconteçam da melhor maneira possível. E, assim, o mundo conspira a seu favor e consegue o que deseja. Então, não esqueça de sempre torcer a seu favor. Motive-se! Um grande abraço. 1月25日 Gestão de talentospor Moacir MouraQual o grande sonho das empresas de hoje? Atrair, desenvolver e reter uma equipe formada por talentos imbatíveis. Desses seres inteligentes que, em vez de fugir, estão sempre à procura de desafios. Comprometidos com os clientes, são determinados e apaixonados por resultados. 1月24日 Encoraje sua equipeAtualmente, o líder precisa desenvolver novas maneiras de liderar e de manter sua equipe em alta performance. Aqui estão cinco sugestões do consultor Eugênio Sales Queiroz para treinar com mais eficiência: 1. Preste atenção à personalidade de cada um dos seus membros e desenvolva uma liderança baseada em resultados. 2. Saiba elogiar, especificamente, aquele que tiver um desempenho acima da média. 3. Promova a ética em sua empresa, porém seja você o mais ético possível. 4. Desenvolva um espírito de equipe, ou seja, fale da importância de ter uma equipe sintonizada com os desejos da empresa e do cliente. 5. Encoraje os seus colaboradores a serem mais ousados e criativos, eles vão gostar de ouvir isso de você. 1月22日 Vale a pena pedir alto em uma negociaçãoJim Rohn é um filósofo do mundo dos negócios e passou os últimos anos procurando idéias, princípios e estratégias para enfrentar os desafios da vida. Nessa busca, ele encontrou quatro palavras simples que fazem a vida valer a pena. Primeiro, a vida vale a pena se você aprender. As coisas que você não sabe e não conhece podem machucá-lo. Você precisa aprender para existir, ainda mais para ter sucesso. A vida vale a pena se você aprender com suas experiências - positivas ou negativas. Informações valiosas poderiam ser descobertas estudando o fracasso, com a vantagem de não termos de pagar o alto preço emocional de passar por uma dessas experiências negativas pessoalmente. Segundo, a vida vale a pena se você tentar. Não adianta só aprender alguma coisa - você precisa tentar colocar em prática para saber se realmente aprendeu. Tentar e fazer a diferença. E, quando tentar, dê o melhor de si e não economize. Se vai tentar, faça com vontade. Terceiro, a vida vale a pena se você ficar. Não adianta semear se não ficar até a colheita. Se você se comprometeu com alguma coisa, fique até que ela esteja terminada. É melhor não começar alguma coisa do que começar e largar pela metade. Finalmente, de acordo com Jim Rohn, a vida vale a pena se você se importar. Se você se importar só um pouco com o que faz conseguirá mais resultados do que a maioria das pessoas. Mas se você se importar de verdade conseguirá resultados incríveis. Quatro pequenas palavras, mas muito poderosas: aprender, tentar, ficar e importar-se. Imagine a diferença que essas quatro palavras - esses quatro conselhos de Jim Rohn - podem fazer em sua vida se colocadas em prática. Um grande abraço, Raúl Candeloro http://www.vendamais.com.br 1月18日 Varejo: O que prejudica o ponto-de-vendaFernando Lucena é presidente do Grupo Friedman e renomada autoridade em gerência e vendas no varejo. Ele afirma que certos comportamentos e ações prejudicam o ponto-de-venda. Confira três deles: 1. A equipe está constantemente em um cabo de guerra entre operações e vendas. 2. O gerente exerce uma liderança fraca e, conseqüentemente, não possui uma equipe comprometida. 3. A equipe é treinada de forma tão incompleta que, mesmo havendo comprometimento, não é capaz de exercer sua função. 1月17日 Procura-se IdéiasGisela Kassoy* Onde estão suas idéias?
Dos programas de sugestões aos sistemas de idéias, das equipes multidisciplinares aos empreendedores corporativos, as empresas não param de criar formas de obter idéias de seus colaboradores. Faz sentido: elas são necessárias para reduzir custos, para trazer soluções, para inovar.
E você sabe o quanto será valorizado se oferecer boas propostas.
Mas talvez você ignore como obter essas idéias. Em meu trabalho com criatividade e inovação, reuni algumas diretrizes que podem ajudá-lo em sua busca. Aproveite!
Olhe para dentro
Conheça melhor o seu negócio – No livro Ideas Are Free (Idéias são de graça, tradução livre), os consultores norte-americanos Alan Robinson e Dean Schroeder dão um belo exemplo de como funcionários de uma instituição para pessoas idosas tiveram boas idéias para atender os residentes depois de estudarem sobre o Mal de Alzheimer. Os portadores dessa doença costumam perambular sem destino e – no caso citado – acabavam indo para a cozinha ou lavanderia, lugares potencialmente perigosos para eles. Ao descobrir que esses pacientes evitam pisos escuros, pois os confundem com buracos, os atendentes optaram por pintar o chão de preto nas áreas onde os pacientes não deviam entrar.
Assim, estude, pesquise, saiba mais, muito mais do que o seu know-how específico.
Pesquise problemas – Problemas são fáceis de detectar, pois eles estão à mostra. Entretanto, para criar soluções é preciso vê-los com um espírito construtivo, com vontade de resolvê-los. Como os problemas tendem a afetar muita gente, todos serão gratos.
Olhe para fora
Busque idéias em outros universos – Quantas boas idéias, quantas inovações de fato lucrativas se podem ter trazendo idéias já consagradas de outros segmentos? A Springer Carrier, por exemplo, inovou sua estratégia de marketing trazendo do mundo da decoração a idéia do show-room .
Consulte outras pessoas – Para um bebê, ver seu pai sair voando é tão natural como vê-lo acender a luz. Pessoas não oriundas do seu ramo de atividade não sabem o que é possível ou não. Assim, podem dar sugestões novas, questionar velhos paradigmas ou dar idéias de fato inexeqüíveis, mas que contêm partes que podem ser aproveitadas.
Ouça os clientes - Nem sempre eles darão idéias prontas, mas com certeza darão muitos indícios sobre suas necessidades. Esteja atento.
Ter idéias não é difícil, nem toma tempo. Basta acreditar no seu potencial e estar alerta. 1月16日 5 passos para prospectarpor Raúl CandeloroA maioria dos gerentes de vendas, ao notar que os resultados não vêm sendo alcançados, passa a culpar sua equipe de vendedores pelo mau desempenho. Falta de vontade, de motivação, de envolvimento, má administração do tempo, follow-up inconsistente e inabilidade para fechar vendas são algumas das reclamações mais comuns da gerência sobre sua própria equipe. 1月12日 O Administrador Rural nas suas tomadas de decisõesJosé Mauro Dorilêo mdorileo@terra.com.br
Atualmente a agricultura brasileira desempenha um grande papel social, produzindo efeitos multiplicadores em toda sociedade com geração dos mais diversos produtos agrícolas e pecuários, tendo a responsabilidade do abastecimento alimentar da população do país. Para que isso ocorra é necessário que exista uma harmonia entre as atividades que acontecem dentro das propriedades rurais com aquelas existentes quando os produtos atravessam as suas porteiras com destino aos centros de consumo. O administrador de uma propriedade rural precisa conhecer profundamente esta interrelação para as suas tomadas de decisões. De acordo com Souza (1988) a administração é uma ciência e também uma arte. Ciência porque possui um referencial teórico próprio, possível de ser tratado pelo método cientifico e arte porque inclui, na resolução dos problemas que surgem na condução das organizações, habilidade, sensibilidade e intuição. A administração rural é considerada um dos ramos de ciência administrativa. Conforme Lima (1982), a administração rural estuda os processos racionais das decisões e ações administrativas em organizações rurais. E de acordo com Andrade (1985), ao considerar a administração rural como um ramo da ciência administrativa, o administrador deve utiliza as suas teorias, desde a abordagem clássica de Taylor e Fayol à moderna teoria do desenvolvimento organizacional. Assim, as áreas empresariais (produção, marketing, recursos humanos e finanças) e as funções administrativas (planejamento, organização, direção e controle) deverão ser igualmente consideradas e analisadas como um todo sistêmico em uma propriedade rural. Mas, o setor agrícola apresenta algumas características peculiares, que dificulta o administrador na suas tomadas de decisões, e que o distingue dos demais setores da economia: a)dependência do clima: o clima condiciona a implantação e o manejo da maioria das explorações agropecuárias. Determina épocas de plantio, tratos culturais, colheitas, escolha de espécies, vegetais e animais; b)tempo de produção maior que o tempo de trabalho: o processo produtivo agropecuário se desenvolve, em algumas de suas fases, independentemente da existência do trabalho; c)produtos perecíveis: diversos produtos agrícolas e pecuários são perecíveis, o que condiciona a utilização de técnicas especificas de conservação e de planejamento da produção e da distribuição; d)dependência de condições biológicas: não se pode alterar a seqüência da produção, como por exemplo interromper uma lavoura de milho para obter soja; e)terra como participante da produção: a terra participa diretamente do ciclo produtivo, é importante conhecê-la, analisá-la em suas condições químicas, físicas, biológicas e topográficas; f)estacionalidade da produção: a dependência do clima e as condições biológicas determinam a estacionalidade da oferta, ou seja, épocas em que ocorrem excesso ou falta de produtos; g)trabalho disperso e ao ar livre: as atividades estão dispersas por toda a empresa, podendo ocorrer em locais distantes um do outro; h)incidência de risco: toda e qualquer atividade econômica está sujeita a risco, mas na agropecuária os riscos são maiores, pois as explorações podem ser afetadas por problemas causados pelo clima, pragas e flutuação dos preços dos produtos (riscos climáticos, biológicos e econômicos); e i)sistema de competição econômica: existência de um grande numero de produtores e consumidores, com pequenas diferenças entre os produtores. Podemos observar que os efeitos dessas características, isoladas ou em conjunto, é mais prejudicial do que benéfico. O administrador rural deve assumir ações administrativas eficazes para diminuir esses efeitos. Para isso, é necessário conhecer claramente quais são os objetivos gerais e específicos da empresa rural. Os objetivos gerais são definidos pelo proprietário e se referem à empresa como um todo e os específicos se relacionam às diversas áreas funcionais da empresa e devem ser integrados entre si. Após conhecer claramente esses objetivos, o administrador rural precisa estabelecer estratégias, mobilizando todos seus recursos, analisando e identificando as oportunidades e ameaças do ambiente e os pontos fortes e fracos de sua propriedade rural. É necessário planejar antes de agir. Planejar é decidir antecipadamente o que deve ser feito, levando-se em conta as condições da propriedade rural e do contexto da mesma. Todo planejamento deve ser bastante flexível para atender às constantes mudanças que ocorrem, não somente nas condições internas da empresa rural, como também, nos ambientes: geral e operacional. O planejamento estratégico prevê a ação da empresa em face às variáveis do ambiente e deve efetuar uma análise global que considere todas as explorações, atuais e futura, e as possíveis interrelaçoes entre elas. O planejamento gerencial procura articular o planejamento estratégico com a sua execução. E o planejamento operacional se volta as condições internas da empresa, geralmente em curto prazo. O administrador rural deve tomar decisões no sentido de fazer toda a propriedade rural funcionar, visando alcançar seus objetivos e acima de tudo sobreviver e se desenvolver. Quando ele alcança os objetivos propostos, consegue não somente visualizar os aspectos internos da propriedade rural, como também, identificar e agir, quando possível, sobre as variáveis do ambiente. Atuando dessa forma, ele consegue resolver os problemas corriqueiros e os de grandes repercussões. A solução dos problemas pode ser alcançada com a utilização das habilidades que são a transformação de conhecimentos em ações. De acordo com estudiosos sobre o assunto, essas habilidades não são necessariamente inatas às pessoas, mas podem ser desenvolvidas. São divididas em três categorias: a)habilidade técnica – é o conhecimento técnico especializado utilizado no processo produtivo. Exemplos: preencher instrumentos de controle, colher e beneficiar produtos, efetuar inseminação artificial e regular uma plantadeira; b)habilidade humana – é a capacidade das pessoas trabalharem umas com as outras. É facilitada pela comunicação clara e bilateral e pela descrição das tarefas; e c)habilidade conceitual – é a capacidade que o administrador rural tem de visualizar a sua propriedade como um sub-sistema, composto por partes que se interrelacionam entre si, e também, com um sistema maior, os ambientes operacionais em geral. Essa habilidade se apresenta quando o administrador rural percebe a hora de vender, o que explorar e as tendências de mercado. O administrador rural precisa colocar em prática as suas habilidades para facilitar no seu processo decisório. A primeira exigência é a identificação do problema que podem assumir várias formas. Conforme Morais (1986), se os tipos de problemas são variados, assim serão também os modos de resolve-los. Se complexos, exigem ser resolvidos por partes no processo de tomada de decisões, avança-se passo a passo. Os problemas e as decisões de uma propriedade rural podem ser divididos em: a)estratégicos – são aqueles que envolvem a empresa como um todo: seus objetivos, seus recursos de produção e outros mais; b)gerenciais – são os referentes à definição da tecnologia, orçamento, locação de benfeitorias e áreas de exploração, dentre outros; e c)operacionais – são específicos, referindo-se, por exemplo, à quebra de uma maquinário, à necessidade de compra ou de realização de determinado serviço. A busca de alternativas para os problemas é a fase que exige mais tempo de um administrador rural e a que mais contribuirá para uma decisão acertada. Elas devem ser mais detalhadas possíveis e sempre com informações a respeito dos custos e benefícios de cada uma. Se o problema é estratégico as alternativas serão buscadas no ambiente da própria propriedade rural, onde o administrador rural deverá identificar todas as oportunidades e ameaças que poderão interferir ou influenciar no problema. Se o problema é gerencial ou operacional as alternativas estão contidas basicamente na tecnologia e na própria estrutura e recursos da propriedade rural (físicos, humanos e materiais). Tendo o administrador rural as alternativas de solução de um problema, é necessário agora analisar qual delas será a melhor tomada de decisão. É interessante escrever cada alternativa e fazer as análises econômicas, técnicas, financeiras, sociais, políticas e legais de cada uma delas. O administrador rural tem que ficar sempre atento com as variáveis ambientais que podem influenciar na sua decisão. É preciso valer de todas as técnicas de decisão, de programação e de avaliação existentes. Depois de levantadas e analisadas todas as alternativas, é necessário escolher uma delas. O processo é progressivo, passo a passo, mas chega um momento que é preciso escolher entre as alternativas levantadas. Esse é o ponto-chave na tomada de decisão. Depois de escolhida a alternativa e tomado a decisão, a preocupação agora é com as medidas ou procedimentos que o administrador tem que tomar para sua execução. É necessário um plano de ação, onde devem ser programadas todas as tarefas e operações a executar, relacionando os responsáveis para cada uma, com prazo de início e término. E para concluir, é importante o administrador rural, em todo esse processo, explicar para todos os envolvidos na execução do trabalho porque foi escolhida aquela decisão e porque tal linha de ação foi adotada. Assim, facilitará o apoio e conseqüentemente a execução do trabalho. Cumprindo cada etapa aqui apresentada, o administrador rural terá maior chance de alcançar o sucesso nas suas tomadas de decisões. REFERÊNCIAS SOUZA, R.;GUIMARÃES, J. M. P.; VIEIRA, G. MORAIS, V. A.; ANDRADE, J. G. de. A administração da fazenda: coleção do agricultor – economia. Rio de Janeiro: Globo, 1988. ANDRADE, J. G. Administração Rural: um novo enfoque ao seu ensino. São Paulo: Congresso Brasileiro de Economia e Sociologia Rural. Anais...,1985. v. 1. LIMA, J. B. O objeto da administração rural. Belo Horizonte: Fundação JP Análise e Conjuntura. v. 20, n. 9/10, set/out. 1982. MORAIS, V. A. Marketing Rural. Belo Horizonte: Informe agropecuário, v. 12, n. 143, nov. 1986. 1月11日 Quero ser o melhor vendedor do Mundo !!!!!Muitas vezes pensamos o que faz dois vendedores com a mesma formação, com as mesmas condições de trabalho terem resultados tão diferentes?
Ambos possuem computador, mesa e ambiente de trabalho iguais, no entanto resultados bem diferentes. Existem casos de equipes de vendedores com 05 pessoas por exemplo e 01 delas corresponder a 60% das vendas da loja. O que os outros estão fazendo lá dentro então?
Sr. Vendedor, não culpe sua empresa, seu patrão, a metereologia, os astros, J. Bush, eles não tem nada a ver, cuide de sua carreira, analise como o "super vendedor" trabalha e tente repetir de forma melhorada. Aqui vai 01 única dica que com certeza lhe renderá um aumento de no mínimo 20% só neste mês:
- Trate o Cliente da mesma forma que você gostaria de ser tratado se estivesse no lugar dele.
Veja:
- Você vendedor se fosse cliente gostaria de chegar em uma loja e encontrar um atendente desanimado? Cabeça pra baixo e "emburrado"?
- Você gostaria de encontrar um vendedor que promete lhe entregar o produto as 16:00 hrs do dia e entrega somente na outra semana? Ou você prefere alguém que lhe diga a verdade?
- Você gostaria de encontrar um vendedor que do outro lado do telefone mais parece que acabou de acordar, que fale de forma ríspida e grossa?
- Você gostaria de encontrar um vendedor que tentasse lhe "enfiar" qualquer mercadoria, ou você preferiria alguém que lhe atendesse procurando realmente entender aquilo que precisa?
- Caso você não conheça as sessões de uma loja, você preferiria que lhe acompanhassem ou que te deixassem "totalmente perdido" ali dentro?
- Você, preferiria alguém que te indicasse soluções, propusesse alternativas, conhecesse o produto (ou serviço) ou alguém que não te ajudasse e simplesmente ficasse apático?
Enfim, leve este desafio para você, este mês aumente suas vendas em 20%, em tudo que estiver fazendo veja se seria desta forma que gostaria que fosse feito com você e tenha sucesso.....
Um abraço a todos, aguardo comentários
Marcelo Dorilêo
1月10日 O gerente é culpado?Este artigo foi retirado da revista VENDA MAIS (Moacir Moura):
Muito interessante:
O gerente é responsável por 70% do clima motivacional no ambiente de trabalho, cujas atitudes refletem diretamente no comportamento da equipe. Ninguém produz com alegria e satisfação se não estiver consciente da importância do que faz e comprometido integralmente com a causa da empresa. Segundo pesquisas da Hay Group Consulting, empresa americana especializada em sistemas de liderança, um bom gerente acaba influindo em cerca de 30% dos resultados globais de uma loja. Não pelo seu trabalho pessoal. As razões estão na sua capacidade de gestão, com ênfase em alguns pontos: relacionamento com clientes, habilidade para ouvir, presença direta onde as coisas acontecem e gerenciamento eficaz da equipe. Como líder, o gerente é quem dá o tom da qualidade e do direcionamento do trabalho. Tanto que é comum associar a personalidade do gerente à personalidade da loja e da própria equipe. Gerente bom, loja e equipe excelente. Gerente médio ou regular, tudo acaba nivelado por baixo, inclusive o mercado. Nesse caso, funcionário nenhum presta, enquanto que a falha está na cabeça da chefia, não nas pessoas que estão ali ansiosas seguindo o tom do líder. Há gerentes e gerentes. Há aqueles que fazem as coisas acontecerem, mudando e alterando tudo para melhor, procurando alternativas e novas oportunidades, voltados para resultados, independentemente da ordem de cima. E há aqueles normais, que apenas cuidam bem do que existe, sem alterar absolutamente nada. Não são gerentes; são cuidadores de loja: abrem, limpam, expõem as mercadorias disponíveis, e esperam os clientes entrarem. Estão ali não para fazer, mas para evitar que as coisas sejam feitas. Há ainda uma outra categoria: a do cuidador indiferente, que além de não cuidar bem do que existe, consegue administrar de forma tão negligente que perde vendas, perde clientes, perde bons funcionários, perde tudo. E para não perder o emprego, precisa mudar com urgência. Ainda há tempo. Porque quem não muda é mudado. Além de saber cobrar, encorajar e incentivar a equipe, o bom gerente precisa gostar de ensinar seus colegas de trabalho todo santo dia. Esse é o melhor treinamento que existe e uma das principais atividades da gerência. Bons exemplos funcionam mais do que belos discursos! Leiam quantas vezes forem necessárias para entender.... Um grande abraço Marcelo Dorilêo MSN: marcelodorileo@hotmail.com
O que aprender com a fazenda III - FimVimos nos artigos anteriores como o fazendeiro cuida da administração da sua fazenda, fazendo a analise da ciência da administração e mostrando para vocês da importância da mesma.
Dando sequência a esta análise e concluindo-a falaremos aqui das premissas Direção e Controle.
Direção:
Depois de feito um bom planejamento e uma boa organização, faz-se necessário que o andamento siga conforme predeterminado e para isto precisamos garantir que as regras do negócio sejam bem claras e factíveis.
Neste estudo de caso notamos que o Sr. João dirige de forma exemplar o seu "negócio" adotando técnicas simples, porém bastante funcionais e econômicas, garantindo que o processo possa fluir sem aportes estrondosos de fluxos sistêmicos e gastos financeiros.
As regras que o mesmo criou para que o seu produto (gado) possa ter um bom desenvolvimento garantindo rentabilidade ao final são aplicadas com disciplina, as autônomias são dadas aos seus funcionários somente quando este certifica-se que eles são capazes de cumprir aquela tarefa, desta forma evita prejuízos maiores e o seus colaboradores (peões) sentem-se mais seguros, trabalham mais motivados, geram mais lucros.
Controle:
Para que possamos acompanhar se o que fizemos nas outras etapas está correto, precisamos ter dados de avaliação e controle, mensurando erros, vendas, metas, não-coformidades, feedback, etc.... Desta forma vamos retroalimentar o sistema com informações neste sentido e melhorando-o gradativamente.
Quantas vezes implantamos na nossa organização novas idéias, novos sistemas, novas metas, enfim novos processos mas não temos com certeza como apurar se aquilo que foi feito está indo de encontro às nossas necessidades.
Na fazenda do Sr. João ele controla praticamente tudo que ele faz, além disso apresenta, de forma simples, dados estatísticos e algumas evoluções. Por exemplo: O peso de abate do gado nos últimos 03 anos - ele está com crescente no peso de ano para ano. Esta informação indica que os processos que estão sendo adotados estão sendo positivos neste sentido, está com ganho de produção. Outro exemplo: o consumo médio mensal de óleo diesel ou a projeção para investimentos em novas pastagens... Enfim mesmo que de forma precária e com balisamento prático o Sr. João tem um norte, sabe onde quer chegar, quando e o caminho para isto.
Na nossa empresa, sabemos? O que estamos fazendo para Planejar, Oganizar, Dirigir e Controlar, garantir a viabilidade do nosso negócio e certificar que os procedimentos estão corretos?
É claro que o fazendeiro que tratamos nestes 03 artigos não tem isto escrito, não pensou desta forma sistematizada que apresentei para você, mas pelo menos nos ensinou que um negócio para dar certo tem que trabalhar desta forma. Você já imaginou esta pessoa abrindo uma fazenda, num lugar praticamente desabitado e sem esta noção de administração? Quer arriscar?
Mandem seus comentários
Um grande abraço a todos
Marcelo Dorilêo
1月8日 O que aprender com a Fazenda IIO que aprender com a Fazenda
II
Caros leitores, é impressionante quanto não damos
valores a ciencia da Administração, mas enquanto muitos menosprezam o valor e a
importância desta área do conhecimento estão perdendo ou deixando de ganhar
muito dinheiro.
No artigo anterior verificamos como o fazendeiro
Sr. João Rezende utilizou (mesmo de forma não sistematizada) as noções básicas
da administração e teve muito sucesso, explanamos sobre o Planejamento utilizado
e agora falaremos do príncipio de Organizar.
Organização
Como vimos todo o planejamento foi feito observando
os detalhes para que esta empresa rural (fazenda 3k) tivesse o crescimento de
forma estruturada.
Feito este planejamento a próxima etapa já inclui a
ação, organizar a fazenda para que tudo corra conforme apontou as necessidades e
oportunidades pesquisadas, e neste ponto tudo foi muito "show de
bola".
A Fazenda 3 K assim como qualquer outra empresa
precisa de procedimentos, normatizações e rotinas a fim de garantir a
continuidade dos processos indepentente de pessoas e neste ponto foi determinado
alguns pontos interessantes, tais como:
- Dias dos meses para manejo do pasto a fim de
melhor aproveitamento e recuperação do mesmo.
- Rotinas de colocação de sal nos cochos para o
gado.
- Prazos para abate do boi para que o gado não
perca o melhor momento do corte.
- Criação de uma network com freteiros e
compradores de gado a fim de articular melhores opções de vendas.
- Sistematização de compras.
Enfim toda a estrutura básica já existe a
funcionalidade mesmo que ainda não seja a ideal mas foi criada sobre um
planejamento as chances de erros são bem menores e terá um ponto de partida para
que possa questionar e trabalhar o feedback construtivo.
Na nossa empresa muitas das vezes temos
dificuldades em partir para a organização porque não temos um planejamento ou
seja ficamos sem saber o que fazer, leia o artigo anterior, faça um link entre o
planejamento e a organização e leve para sua empresa.
Aguardo comentários para juntos melhorarmos as
organizações.
Abraços
Marcelo Dorilêo
1月7日 O que aprender com a Fazenda IAs vezes desprezamos o trabalho do homem do campo, geralmente são pessoas sem o tradicional estudo acadêmico, pessoas que quer seja pelas oportunidades ou pelas próprias necessidades acabaram não indo ao banco escolar, mas muito podemos aprender com eles que mesmo de forma empírica podem nos transmitir conhecimentos da tradicional administração científica para utilizarmos nas nossas organizações. Nestas férias fiz um "estágio" na fazenda do Sr. João Rezende e tive muitos aprendizados que pretendo trazer para nossas organizações:
Vamos balizar este artigo na essência da administração: Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar.
Planejamento
A história da fazenda 3 K é curta, apenas 03 anos e com um trabalho vigoroso, intenso, dedicado e planejado (como tem que ser um grande negócio de sucesso).
O início dela quando desbravado pelo Sr. João foi de pura análise administrativa, desde a escolha do local até o produto a ser produzido/comercializado passou por critério e pesquisa apurando as condições locais.
É óbvio que para se "tocar" uma fazenda faz-se necessário conhecimentos técnicos de operações (ou que se tenha pessoa de confiança que saiba), como por exemplo no caso de fazenda com pecuária de corte, que é o caso, a escolha do rebanho, o tipo de pasto apropriado aquele tipo de raça, etc... são fatores fundamentais, porém a forma inteligente da escolha e o planejamento adotado é que me chamou a atenção.
1o - Ao chegar na região fez analise do solo para examinar qual tipo de pastagem utilizar.
No nosso dia-a-dia, quantas vezes deixamos de examinar o terreno a qual estaremos adentrando, verificar as possibilidades de produtos a serem explorados e as abordagens mais adequadas para os mesmos.
2o - Verificou qual o melhor "produto" utilizar: No caso deste fazendeiro que lida com pecuária a sua dúvida era quanto a trabalhar com gado de Cria/Leite, Recria ou Engorda e veja que inteligente: Ele verificou que na região existe muita cria, ou seja muito pecuarista com possibilidade de venda de bezerros para engorda, então isto o permitiu decidir de forma acertada pelo produto de gado para corte. Outra análise feita foi a forma de escoar a sua produção e constatou grande disponibilidade de freteiros consolidando a decisão.
No nosso caso, as vezes, lançamos novos produtos sem saber se o mercado irá absorver ou demoramos a tomar decisão de investir em um determinado nicho de mercado e ficamos aguardando as coisas acontecerem ou então o que é pior nem conhecemos o mercado que estamos trabalhando e como iremos vender aquele produto que estaremos lançando. Imagine se neste caso o mesmo não fizesse esse planejamento e entrasse também com gado de cria? Seria mais um produtor aumentando a oferta deste produto forçando a baixa de preços prejudicando toda a cadeia.
3o - Escolha de locais para plantação do capim e abertura do pasto. Todos sabemos que nossa legislação ambiental não permite o desmate completo por parte de um fazendeiro da sua área, portanto o Sr. João teve que planejar a abertura da pastagem de forma que aproveitasse as águas disponíveis, o melhor monitoramento do gado e o fez de forma inteligente, preservando o solo e a floresta em certas localizações não prejudicando o meio-ambiente.
Muitas vezes entramos em um mercado sem observarmos as peculiaridades ambientais, de legislação e também questões regionais daquele negócio, fator que só um bom planejamento poderá evitar e vamos "com muita sede ao pote" o que pode muitas vezes abala toda a empresa. Não são poucos os casos de empresas que tentam operar num novo mercado e acabam se dando mal.
4o e último- Escolha da Sede da Fazenda. O planejamento permitiu que o fazendeiro construísse a sede em local próximo ao acesso à água e longe de animais perigosos. Vocês sabiam por exemplo que é bom construir a sede um pouco próximo ao curral? Desta forma os mosquitos, moscas, as "porvinhas" e etc... ficam preocupadas mais com o gado e nós esquecem, o gado costuma ser mais atrativo. Para se ter idéia todos os dias dormi com as janelas abertas e não fui incomadado, muito bom.
A escolha do ponto do nosso negócio ou do mercado a adentrarmos é muito importante, precisamos analisar, pesquisar, nos informar e inteirar da ação dos concorrentes, a forma como trabalham e os riscos que estaremos correndo tudo isso deve ser bem cálculado. Imagine o Sr. João Rezende construir sua casa longe de uma fonte de água que é fonte de vida e crescimento? Quantas vezes nos posicionamos em locais que teremos muita sede???? Pense onde você está. Será que não está faltando vida aí?
É lógico que todos os dias o fazendeiro teve e continua tendo que planejar suas ações, mas é assim que acontece nas organizações, praticamente tudo deve ser bem planejado para ter sucesso e não precisarmos contar com a sorte, mas estes pontos que anotei nesta visita me chamou bastante atenção.
No próximo artigo Iremos verificar a próxima etapa Organização, leiam e reflitam.
Grande abraço, aguardo comentários
Marcelo Dorilêo
Comece bem o ano!Estamos começando o ano de 2007 e precisamos nos preparar para que possamos aproveitar muito bem as oportunidades vindouras e para isto selecionei este pequeno artigo da Revista Venda Mais, aproveitem:
Carreira: Organize-se e venda muito mais
O profissional de vendas organizado vende muito mais, pois a organização facilita muito o processo da venda.
Ele está no comando da situação, na qual o improviso não tem vez e eventuais contratempos terão solução imediata. Confira algumas dicas do consultor Eugênio Sales Queiroz para você, que pretende ser mais organizado no seu dia- a-dia profissional: - À noite, antes de dormir, faça um roteiro das atividades do dia seguinte. - Acorde mais cedo do que de costume para verificar as prioridades do dia. - Se você é vendedor externo, faça uma vistoria em sua pasta e observe se está tudo sob controle. E se você é vendedor interno, tenha sempre por perto caneta, talão de notas e tabela de preços. - Ao usar o telefone, faça seus contatos com os clientes de uma só vez. - Desenvolva o hábito de fazer um pequeno diário sobre suas ações de vendas. - Analise tudo que realizou durante o dia e faça uma avaliação do que foi positivo e do que precisa ser melhorado em seus argumentos de vendas. Boas Vendas
Marcelo Dorilêo |
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