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Administração & VendasAGORA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL July 01 A mobilização vira prioridade
O momento de transformação acelerada da sociedade leva as empresas a se organizarem para agir em conjunto na redução dos fatores que levam ao aquecimento global e às mudanças climáticas, diz Ricardo Young. Passados alguns dias da Conferência Ethos 2009, é possível avaliar com mais distanciamento, isto é, num contexto mais amplo, os resultados do evento. As circunstâncias de crise financeira global e o engajamento da sociedade na luta pela sustentabilidade do planeta foram, sem dúvida, fatores que influenciaram os debates ocorridos durante o evento. Em entrevista a Dal Marcondes, editor responsável da Envolverde, o presidente do Ethos, Ricardo Young, avalia esse cenário e conclui que “o tom da conferência deixou de ser a empresa e passou a ser o movimento de transformação da sociedade”. A rápida entrevista com Young foi realizada no ambiente do evento de lançamento do pacto de sustentabilidade do Wal-Mart, que reuniu mais de 300 fornecedores, 200 ONGs, autoridades, parceiros e funcionários – um claro sinal de que vivemos uma “hipertransformação, com uma hiper-rapidez”. Dal Marcondes: Como você avalia a Conferência Ethos 2009, que, apesar das circunstâncias de crise financeira global e do acirramento da luta ambiental no Brasil, conseguiu reunir mais de 1.000 pessoas para oficinas e tarefas, num cenário muito mais pragmático do que para discutir conceitos? Ricardo Young: Eu a avalio muito bem. Chegamos a um pico de 1.100 pessoas num ano em que estávamos esperando um público menor. Eu acho que o tom da conferência deixou de ser a empresa e passou a ser o movimento de transformação da sociedade, da economia na direção da sustentabilidade e a discussão do papel da empresa nesse processo. Eu acho que essa foi a grande mudança. Em conferências anteriores, falava-se do protagonismo da empresa, da cidadania empresarial, mas o foco era muito mais na responsabilidade social, na gestão, nas vantagens e desvantagens. Agora o foco é em como o setor privado se mobiliza nesse contexto para dar a sua contribuição. É interessante você me fazer essa pergunta hoje, aqui, na assinatura de um pacto como este feito pelo Wal-Mart, com cerca de 30 empresas que representam uma parte substantiva do PIB brasileiro. Para mim é um milagre. Se me dissessem há três anos que o Wal-Mart chamaria empresas como a Colgate, a Nestlé e a Unilever para fazer um pacto, eu acharia que não era sonhável. Isso traz a idéia, como disse o Héctor Núñez (presidente do Wal-Mart Brasil), de hipertransformação, de hiper-rapidez. Como todo prognóstico é quase inviável numa situação de hiper-rapidez, dá para dizer então que tudo é possível. DM: Nesta conferência, vimos muitas empresas perguntando como é que se faz. Você acha que vamos entrar num processo em que as empresas líderes terão um papel demonstrativo de como fazer? RY: Acho que sim. Ficou claro que as empresas líderes não conseguirão fazer nada sozinhas. Logo, a cadeia produtiva virou um elemento estratégico nesse posicionamento. Então, se isso ocorreu, as empresas precisarão trabalhar com a cadeia produtiva, o que vai garantir uma alavancagem muito maior em todo o processo. DM: Nesse cenário de protagonismo das empresas, qual é o papel do Instituto Ethos? RY: O objetivo do Ethos é justamente estimular e criar oportunidades para que as empresas atuem nessa direção e acelerar a agenda da gestão sustentável no Brasil. Novo Internet Explorer 8: mais rápido e muito mais seguro. Baixe agora, é grátis! June 27 A Integração Empresa x Funcionário como diferencialO procedimento, apesar de bastante conhecido e realizado no mundo organizacional, não recebe a importância que merecia. Em geral, os treinamentos de integração servem para repassar informações sobre a organização (missão, visão, valores, regras internas) e sobre as atividades do cargo a ser ocupado. Muito além que o repasse de informações, a integração têm por objetivo familiarizar o indivíduo ao ambiente organizacional de forma que sinta-se parte dela. É importante lembrar que o custo deste profissional é elevado na fase de adaptação, uma vez que não há a plena adaptação nas suas funções, o empregado não atinge a plena produtividade. Por outro ângulo, o empregado mal adaptado tem poucas chances de passar no período experimental, aumentando a rotatividade que tem o seu custo também elevado. Há benefícios também ao colaborador, já que reduz o stress da adaptação, facilita o desempenho das atribuições e conseqüentemente trazem melhores e mais rápidos resultados. È importante também que o superior direto se prepare para receber os novos integrantes, já que exerce um papel fundamental na integração/desempenho/motivação do novo funcionário. Será seu “guia” na organização e deve fazê-lo compreender as metas da organização, do setor e as pessoas. Isso impacta diretamente no resultado. O que destaca um profissional ou uma organização no mercado é a visão estratégica que aplicam em todas as questões que analisam. Perceber novas alternativas ou refletir sobre os prejuízos ou lucros que cada nova ação pode gerar pode fazer a diferença. Em quê você pode melhorar hoje? Boa leitura e ótima semana Elis Venturiani comunicacao@mvconsultoria.com.br www.mvconsultoria.com.br Novo Internet Explorer 8: mais rápido e muito mais seguro. Baixe agora, é grátis! June 25 VIDA NOVA
"As vezes Deus escreve certo em linhas certas" Precisamos encontrar razões para que nossa Vida seja repleta de realizações Amo todos Vocês!!!!! Quer uma internet mais segura? Baixe agora o novo Internet Explorer 8. É grátis! May 29 Cuiabá Campeão O Aprendiz 6Marina Erthal, 20, é a vencedora do "Aprendiz 6 - Universitário".
Parabéns pela brilhante participação desta Mato Grossensse!!!!!!
May 25 Liderar é Preciso
A liderança nunca foi tão vital. Infelizmente, os “líderes verdadeiros” são poucos, hoje em dia. De quantos líderes você poderia dizer que lhe inspiram respeito e admiração? Não muitos, com certeza. Se queremos que nossas empresas cresçam, o desafio é desenvolver líderes autênticos. E como se faz um líder? Que características distinguem os líderes verdadeiros? Quais são as “lições de liderança” que a história nos ensina? Oito Qualidades Até os maiores líderes da história tiveram suas falhas. Mas os líderes verdadeiros apresentam oito características ou qualidades comuns: 1. Líderes têm uma visão. Eles têm uma idéia clara de qual deve ser o destino da organização e sabem como chegar lá. Thomas Jefferson foi um líder visionário. Ele pegou as idéias de John Locke – ou seja: a proteção do governo ao direitos que os cidadãos têm à vida, à liberdade e à propriedade – e criou uma “Declaração de Independência”. Os mais celebrados visionários da atualidade criam novos negócios. Indivíduos como Bill Gates da Microsoft, Fred Smith da FedEx, Howard Schultz da Starbucks, Steve Jobs e os criadores do Google, Lawrence Page e Sergey Brin, são líderes visionários. Com a “visão” eles sabem para onde vão.. 2. Líderes são comunicadores vigorosos e otimistas. Os líderes não apenas comunicam suas idéias, como motivam seguidores a apoiá-las. São comunicadores otimistas – de aparência e pronunciamentos positivos. Quem quer seguir alguém que seja sempre pessimista? Ninguém, eu acredito. Líderes verdadeiros estimulam os seguidores a aproveitar o próprio potencial. O general George S. Patton disse, certa vez: “Nunca diga às pessoas como fazer as coisas. Diga apenas que façam, e vai se surpreender com a criatividade delas.” Os líderes devem também aprender a ouvir, pois a comunicação efetiva é uma rua de mão dupla. Grandes líderes – Franklin D. Roosevelt, Winston Churchill, John F. Kennedy, Ronald Reagan, Martin Luther King – compreendiam o poder de uma comunicação construtiva, consistente e franca. Hoje, ao contrário, muitos “líderes” ficam sentados em silêncio em seus escritórios, e parecem satisfeitos em se comunicar através de memorandos, e-mails ou osmose. Acredito que comunicação nunca é demais. A mensagem deve ser repetida freqüentemente, ao vivo e frente a frente, para que seja ouvida, entendida e tenha influência sobre quem recebe. 3. Líderes se concentram em uma lista reduzida de prioridades. Um líder não pode ser tudo para todos, não pode seguir em várias direções ao mesmo tempo nem dar a todas as questões o tratamento de “prioridade”. Em vez disso, deve perseguir apenas duas ou três metas claramente definidas, canalizando para elas todas as energias. Quando o líder oscila entre diferentes projetos, preferências e prioridades, os seguidores ficam sem saber o que fazer! Portanto, concentre-se em poucas prioridades. Escolha três itens, dedique-se a eles, resolva e, então, cuide da prioridade seguinte. 4. Líderes exibem a coragem que vem da certeza. O líder deve adotar e defender uma posição. Quando Abraham Lincoln, em 1861, jurou “preservar e proteger a União”, essas cinco palavras tornaram-se um mantra, sua única certeza. Tudo que Lincoln dizia, escrevia e dizia era impregnado do mesmo tema – salvar a União. Por muitas razões, ele se tornou um dos maiores presidentes da história. Ele salvou a União e libertou os escravos. Devoção a uma causa – e disposição de defender suas convicções – é requisito para a liderança. 5. Líderes se preparam incansavelmente. Falha na preparação significa preparação para a falha. O líder deve estudar para saber em que está se metendo. O marechal-de-campo Bernard Montgomery disse: “O comandante tem de decidir como vai lutar antes de começar a batalha. Ele precisa escolher a música conforme a qual o inimigo deve dançar.” Essa idéia foi aproveitada por Dwight D. Eisenhower na preparação para o Dia D. A invasão da Normandia em 6 de junho de 1944 foi um pesadelo logístico. Mas Eisenhower estava preparado para qualquer contingência. Essa mesma preparação foi aplicada por Rudolph Giuliani aos trágicos acontecimentos de 11 de setembro de 2001. Ele e suas equipes se saíram tão bem porque tinham treinado para incêndios de grandes proporções, interrupções no fornecimento de energia elétrica, acidentes aéreos e ataques terroristas. “Como estávamos preparados para tudo aquilo, conseguimos executar os planos.” Como pode atestar qualquer um que já tenha feito uma prova, dado uma palestra ou tentado vender uma mercadoria, nada melhor do que estar preparado. Se você reservar tempo para estudar os detalhes previamente, estará bem preparado quando chegar a hora de agir. 6. Líderes assumem riscos e tomam decisões. O líder deve adotar uma posição e agir com decisão. Como costumava dizer meu então chefe no Citicorp, Walt Wriston, para os gerentes, “risco” é nome feio. Os líderes assumem riscos calculados. Você nunca dispõe de todos os fatos. E se não souber lidar com a ambigüidade, é sinal de que não está pronto para ser líder. A decisão tomada por Harry Truman de jogar a bomba atômica sobre Hiroshima e Nagasaki, em 1945, ainda é tema de intensas discussões. Mas é inquestionável a coragem que Truman teve de assumir um risco e aceitar as conseqüências de sua decisão. Esse tipo de ação forma um nítido contraste com os líderes de hoje, que não assumem qualquer risco nem tomam qualquer decisão sem antes fazer uma pesquisa de opinião pública. Os líderes ouvem conselhos os mais variados: “Faça isso. Faça aquilo. Experimente isso. Experimente aquilo.” Essas contribuições são importantes, mas, no fim, quem decide e assume a responsabilidade pela decisão é o líder. 7. Líderes são administradores dos recursos alheios. O administrador recebe os recursos alheios em confiança e gerencia propriedades e negócios que não são seus. O líder não deve se aproveitar da posição para conseguir ganhos financeiros ou reconhecimento para si próprio. Em vez disso, deve considerar-se administrador de recursos alheios. Como general, George Washington levou a nação à vitória na luta pela independência. Depois disso, podia ter-se tornado “o rei George”. Mas reconheceu que a nação que tinha ajudado a criar era uma república democrática que não dependia de um só indivíduo, mas de todo o seu povo. Líderes eleitos são guardiães da confiança pública. A organização é mais que o indivíduo. Hoje, ao contrário, com os casos de Enron, Worldcom e Tyco – e de seus líderes de moralidade questionável – somos forçados a pensar se o “ego” não teria substituído o “serviço”. O líder é um administrador cuidando dos interesses de acionistas e outros envolvidos. Os verdadeiros líderes nunca se esquecem disso. 8. Os verdadeiros líderes são gente apaixonada. Infelizmente, paixão é uma palavra pouco usada no mundo dos negócios. Muitos líderes são experientes e bem informados sobre os aspectos técnicos de suas empresas, mas avessos a demonstrar emoção, cuidado ou paixão. E, no entanto, a maioria das pessoas dá muito mais importância ao que o outro valoriza do que ao que ele sabe. Atualmente, as oportunidades para a liderança são ilimitadas. Portanto, analise e pratique esses oito itens, adquirindo confiança na sua capacidade de liderar. Teddy Roosevelt disse muito bem: “Não é a crítica que conta. O crédito pertence ao homem que ocupa a arena, que luta com valentia, que erra e agüenta as conseqüências; que conhece grandes entusiasmos e grandes devoções; que se dedica a uma causa que vale a pena; e que, quando fracassa, sabe que, pelo menos, tentou e ousou, de modo que seu lugar nunca será junto àquelas almas tímidas que não conhecem a derrota nem a vitória.” Todos precisamos pensar na direção em que estamos caminhando, desejar mais e aproveitar o momento. James L. Bailey é vice-presidente executivo da United States Trust Company. Este artigo foi adaptado de uma palestra sua na Bowling Green University e usado com permissão de Vital Speeches of the Day. AÇÃO: Inspire-se nessas qualidades. Conheça os novos produtos Windows Live. Clique aqui! |
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